"Ainda bem que morreu": Trump celebra morte de Robert Mueller
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
O mundo virado, literalmente, do avesso e as redes sociais repletas de memes e piadas ao que está a acontecer. Faz-me lembrar um meme que diz que ‘a terapia ajuda mas fazer piadas com todas as desgraças que acontecem também é muito eficiente’.
Depende. O chamado Acordo das Lajes é público e é claro: se a missão não estiver ligada à NATO ou a uma organização internacional apoiada por Portugal, só podem com autorização prévia.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
Autor de um podcast sobre teorias da conspiração desde 2020, publicou agora um livro que fala de 18 das paranoias mais partilhadas pelas pessoas. Destina-se a todos, dos céticos aos conspiradores.
O braço-de-ferro entre Donald Trump e Jerome Powell à volta das taxas de juro vai terminar em maio, quando o governador da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, cessar funções. Para o seu lugar, entra Kevin Warsh, com currículo e trabalho feito no setor. Mas também um aliado próximo do Presidente, que o descreve como “uma pessoa como deve ser, que nunca nos vai desiludir”. A independência da Fed está em risco?
A peça de David Greig aterra na quarta-feira, dia 4, no Teatro Variedades (Lisboa). Uma viagem dos Artistas Unidos pela relação dos EUA com o mundo, a globalização e as zonas cinzentas da moralidade.
Kevin Warsh tem 55 anos, nasceu em Nova Iorque e é afiliado no partido republicano.
Longe vai o tempo em que Trump lhe chamava “Little Marco”, para o humilhar. Hoje é o seu homem para a nova Doutrina Monroe. Rubio ultrapassou J. D. Vance, tem mais poder, uma vendetta contra o socialismo e um plano para subjugar a América Latina aos interesses dos EUA.
Cinemas portugueses registaram uma quebra de 8,2% face a 2024.
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
Não tereis, pois, paz na Ucrânia enquanto Putin e os seus fizerem valer a vontade de poder e a obsessão de império que consume a Rússia.