Cura: quando a arte se prova no prato
O Cura dá mais um passo no sentido de se entender a alta gastronomia como expressão artística, mesclando a delicadeza da comida que serve em peças de cerâmica de autor, quase em bruto.
O Cura dá mais um passo no sentido de se entender a alta gastronomia como expressão artística, mesclando a delicadeza da comida que serve em peças de cerâmica de autor, quase em bruto.
A nova carta de um restaurante lisboeta, o regresso do festival Jazz em Agosto, cinema no Porto e a visita a espaços irónicos de Braga são algumas das sugestões para os próximos dias.
Restaurante e hotel mantêm o calor humano que os caracteriza.
Aqui está uma boa dor de cabeça: o que fazer com a matriarca da família no dia que lhe é completa e absolutamente dedicado.
Entre Lisboa e Porto, há uma nova vaga de restaurantes que se afirmam com energia criativa e liberdade. Do fogo à técnica, da tradição ao aproveitamento total, há muitas novidades a provar.
Entre velas e pratos para partilhar, vinho e promessas de amor que duram pelo menos até à sobremesa, nestes restaurantes, de norte a sul, celebra-se este sábado, 14, a noite de São Valentim.
Novos pratos à prova em restaurantes e bares gastronómicos de Cascais e do Porto, humor nas duas maiores cidades do País e um festival de música em Palmela destacam-se na agenda.
O aspeto físico e determinadas características corporais continuam a desempenhar um papel relevante numa decisão eleitoral.
Às portas da Amazónia e com mais de 400 anos de história, ergue-se uma cidade rodeada de ilhas. Terra de açaí e pororoca, carimbó e círio de Nazaré, Belém é a capital do brega, recebeu a COP 30 e é a casa do mais recente hotel português no Brasil.
O fim de semana traz um evento gastronómico no Porto, fado em Lisboa, novos pratos no Montijo e um mercado de Natal em Monforte.
Em Lisboa, a Festa do Azeite e do Bacalhau propõe petiscos de chef e provas de azeite. Em Viseu, a Quinta de Lemos abre as portas da sua adega. Mas também há concertos e iguarias e teatro no Porto.
Ora acontece que, infelizmente, as instituições do Estado, ao seu mais alto nível, são as primeiras a prevaricar.
Os ceviches e tiraditos de Diego Muñoz e José Avillez voltam em versão pop up ao primeiro piso do restaurante do chef português
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.
Em Lisboa, 76 restaurantes (como o Bistro 100 Maneiras e o Ryoshi) ficam com menus a €25 e €35. Em Idanha-a-Nova, dez chefs fazem de uma aldeia "um grande restaurante ao ar livre". E há teatro, concertos e exposições para ver.