Indiscretos: a incrível mulher de Diogo Feio
E ainda a viragem à direita da SIC, os motoristas que se precisam no Governo e o petróleo que Isaltino Morais descobriu em Oeiras
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Evento vai reunir grandes figuras do panorama nacional e internacional.
Se olharmos para a última meia dúzia de anos, pode parecer que pouco se alterou, mas não é verdade. Alguns desconhecidos e uns quantos famosos estão a transformar o que somos como sociedade e economia. Da política à ciência, das artes ao desporto, estas são as escolhas da SÁBADO.
O governo italiano tentou controlar a justiça com um referendo muito parecido com um manifesto de personalidades que andou por aí
Regulador do mercado deixa cair o último obstáculo à operação que estabiliza financeiramente a dona da SIC e do Expresso. Multinacional controlada pela família Berlusconi torna-se no segundo maior acionista, mas não nomeia administradores executivos. Francisco Pedro Balsemão continuará a liderar a gestão.
A dona da SIC agendou uma assembleia-geral extraordinária para 10 de março para eleger novos órgãos sociais, já com os representantes do novo acionista. A operação continua a aguardar que o supervisor indique que família Berlusconi não tenha de lançar OPA.
O ponto único em apreciação é a alteração das condições de reembolso antecipado da emissão obrigacionista da SIC, para evitar o pagamento caso a família Balsemão deixe de ter a maioria do capital da Impresa, o que permitirá o investimento dos italianos da MFE.
Acionistas deram 'luz verde' ao aumento de capital de 17,3 milhões necessário para a entrada dos italianos no grupo português. Concretização da operação tem de ser feita no prazo de um ano.
A atual situação caracteriza-se "pela dificuldade em obter novas linhas de crédito e renovar as atuais, o que limita a sua capacidade de assegurar com normalidade e segurança o crescimento sustentado da sua atividade”, refere a Impresa antes da assembleia geral que irá aprovar o aumento de capital subscrito pelos italianos.
A dona da SIC e do Expresso convocou uma assembleia-geral extraordinária para 29 de dezembro para deliberar o aumento de capital a subscrever pelo grupo italiano MediaForEurope (MFE).
Uma fuga de informação mudou tudo e manteve os Balsemão no comando. A MFE dos Berlusconi esteve perto de desistir. Alguns acionistas minoritários, que incluem famílias há anos aliadas dos Balsemão, não estão contentes.
"A minha família e eu gostaríamos de agradecer a Pier Silvio Berlusconi, à sua família e a toda a equipa da MFE pela confiança", disse.
Multinacional italiana Media For Europe torna-se na segunda maior acionista e põe fim à urgência financeira da dona da SIC e do Expresso. Entrada dilui parte da posição dos Balsemão que, contudo, continuam como maiores acionistas e com controlo. Francisco Pedro Balsemão mantém-se CEO. Negócio pendente de aprovação da CMVM.
As negociações ainda estão em curso, mas em cima da mesa só está uma participação até 33%.
A diretora do Jornal de Negócios admitiu que este passo vai contribuir para aumentar a credibilidade da Impresa perante os credores.
Família Balsemão passará a controlar 34% do capital e Francisco Pedro Balsemão continuará como CEO da empresa.