Sábado – Pense por si

Trump já não pode ser um perfeito idiota

Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.

Editorial

Não é assim que se gerem crises

Leitão Amaro decidiu aventurar-se com um vídeo promocional nas redes sociais, Nuno Melo achou por bem assinalar os “anos” de um sargento, Maria Lúcia Amaral tropeçou na expressão “ciclogénese explosiva”. A liderar os ministros, Luís Montenegro falou e agiu quase sempre tarde

Não tem rejeição na rua. Soma apoios entre os que gostam dele e os que detestam Ventura
Rita Rato Nunes

Na estrada com Seguro. “Nunca um apelido deu tanto jeito”

Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.

Luísa Oliveira

Artistas viram as costas ao Spotify

Salvador Sobral foi o primeiro português a anunciar o boicote à gigante montra digital. Outros, que já antes fizeram esse coming out, explicam as razões do abandono e assumem os prejuízos

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

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