Tentações
O problema não está em escrutinar a PJ, mas em transformá-la numa trincheira de combate político. Neves não percebeu que a sua ida para o Governo comportava esse risco
O problema não está em escrutinar a PJ, mas em transformá-la numa trincheira de combate político. Neves não percebeu que a sua ida para o Governo comportava esse risco
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
Mesmo que objetivo não seja Belém, esta eleição pode ajudar o Chega a deixar de ser "partido de um homem só", segundo refere o politólogo José Adelino Maltez.
Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Informações divulgadas por distrito inserem-se na campanha de prevenção rodoviária da PSP
O investigador em Ciência Política, José Adelino Maltez, elogia, por outro lado, a postura de António José Seguro, que “ficou calado”
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.
Nuno Pinheiro, da moção S, lamentou o atual "inverno do descontentamento", seja no mundo, no país e no partido, considerando que "é preciso transformá-lo em verão".
Rui Passos Rocha teve acesso a uma base de dados dos CTT, que tem as 250 mil ruas do País. Focou-se naquelas que têm nomes que mais vezes se repetem, casos de 25 de Abril, Santo António ou Camões.
O “serviço de informações” do PPD era completamente desconhecido, até que o Arquivo Ephemera publicitou a sua existência e divulgou alguns dos seus documentos que estão na exposição.