Trump recebe ameaças do Irão e muda de avião para regressar aos EUA após cimeira da NATO
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
O aeroporto de Palm Beach, no estado norte-americano da Florida, passou oficialmente a chamar-se Aeroporto Internacional do Presidente Donald J. Trump. A alteração foi assinalada com a inauguração da nova sinalética e a chegada do avião pessoal da família Trump.
O presidente dos EUA, Donald Trump, protagonizou mais uma gafe, esta quarta-feira, durante a cimeira da NATO, ao referir-se ao Irão como a "República Islâmica do Japão" enquanto falava de um alegado ataque contra um porta-aviões norte-americano. O lapso aconteceu durante um encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, na quarta-feira à noite, que os Estados Unidos já tinham vencido militarmente o Irão, após lançar novos ataques contra alvos no país.
Trump continuou a falar sobre o incidente sem corrigir o erro e cometeu outras gafes durante os discursos, como referir-se a Zelensky como "Presidente Putin" e a pronunciar o nome da rede social "TikTok" como "TicTac".
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, revelou, esta quarta-feira, que falou de futebol e do Campeonato do Mundo com Donald Trump durante a cimeira da NATO, apesar das recentes críticas do presidente norte-americano a Espanha. O líder espanhol garantiu ainda que a relação entre os dois países continua a ser "muito positiva".
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, esta quarta-feira, estar no topo da "lista de alvos a abater" do Irão e garantiu que qualquer novo confronto entre os dois países será resolvido rapidamente.
Presidente norte-americano tinha insistido que Espanha "se portou muito mal" por não o ter apoiado na ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão, mas destacou a "tremenda unidade" registada durante a cimeira de líderes da Aliança.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
Desde o início da guerra que o líder ucraniano pede que sejam enviados para o país mísseis Patriot e mais recentemente Zelensky passou a pedir uma autorização para fabricá-los.
As forças norte-americanas voltaram esta quarta-feira à noite a atacar alvos no Irão. O Presidente norte-americano, Donald Trump, já tinha indicado essa possibilidade.
Esta decisão, embora esperada e até desejada por setores radicais iranianos que pediam o fim das negociações, marca um ponto de viragem política.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, admitiu, esta quarta-feira, que esperava uma relação mais fácil com Donald Trump, mas garantiu que não se arrepende das decisões que tomou. As declarações surgem numa altura em que os dois líderes atravessam um período de tensão política.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a colocar a anexação da Gronelândia em cima da mesa, esta quarta-feira, durante a cimeira da NATO, sublinhando que estão em causa motivos de segurança.
Presidente dos EUA afirmou que o país "é um caso perdido" e ameaçou cortar todas as relações comerciais.