O menos mau!
Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.
Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Candidato continua a colecionar apoios à direita.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
Seguro lidera as intenções de voto não porque Seguro é Seguro, mas porque Ventura é Ventura. Porque os portugueses não querem “três Salazares” (nem um, nem dois), não almejam um Presidente só de alguns, nem um Presidente que ameaça interferir com uma justiça já de si fragilizada
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
Luís Vargas, autor da página "Volksvargas", recebeu €75 mil na câmara de Lisboa liderada por Fernando Medina. É parceiro de Vasco Mendonça, também ligado ao PS, que fez campanhas para António Costa
Luís Vargas tem 48 anos e é designer. Assumidamente de esquerda, há mais de dez anos que faz vídeos e montagens que visam os políticos de direita. Luís Montenegro não gostou de um post e anunciou processo.
Ex-líder parlamentar do CDS-PP diz que partilha com o socialista o respeito pelos limites constitucionais dos poderes de um Presidente da República.
Passos Coelho não fez qualquer declaração sobre as eleições presidenciais até domingo.
A Europa fará de Delcy Rodrigues, orgulho engolido, a convidar os EUA para uma “agenda de cooperação”. Somos todos Delcy. Uma Delcy democrática, é certo, mas muito Delcy na postura.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP procurou demarcar-se dos seus adversários que disse andarem "em guerra uns com os outros em casos e casinhos".
O candidato referiu que os portugueses já perceberam que é necessária uma mudança política em Portugal porque o país não pode continuar no "eterno aviar de problemas, estagnação e desesperante conformismo".
Luís Marques Mendes considerou ser o candidato que poderá "ter um maior exercício de consciência social".