Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
Presidente da República já tinha lançado desafio na cerimónia de aniversário da PJ, em outubro. Sucessão na PJ será "prata da casa".
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
O plano de intervenções inclui a substituição de equipamentos e de algumas ETAR em risco de incumprimento.
O Mundial2026 vai decorrer entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México, com a seleção portuguesa a ser uma das apuradas para a competição.
A banda que há 16 anos não esgotou o Pavilhão Atlântico vai encher estádios (muitos) a partir desta 6.ª feira. "É o grande mercado da nostalgia", diz quem "vendeu" a banda em Portugal.
Foi guarda-redes do Real Madrid, aos 20 anos teve um cancro, e na convalescença descobriu a música. Vendeu 300 milhões de discos, fez fortuna, colecionou mulheres e em 2015 escondeu-se para não o verem arrastar-se no palco.
Queremos, em Portugal, um sistema de justiça que seja aperfeiçoado ou, pelo contrário, substitui-lo por algo completamente diferente, muito próximo do inferno espanhol ou da aberta politização francesa?
No seu novo romance, o autor de "Pátria", Fernando Aramburu, volta à ETA. Agora, com um livro mordaz sobre dois rapazes que largam tudo para se tornarem terroristas - e acabam sem disparar um tiro.
Aquela sociedade russa que nunca pactuou com o extermínio da Ucrânia está de luto, pelo morticínio no Crocus Hall. Mas o Governo russo, ao contrário, é especialista em espalhar o luto. Feito pelo Estado ou contra o Estado, o terrorismo é a mesma monstruosidade.
É no caminho que leva o sistema partidário espanhol que alguns políticos portugueses devem pôr os olhos. Para evitar os mesmos erros. Governar a qualquer preço, por exemplo, de joelhos perante a chantagem de Puigdemont, como faz Sánchez, pode ter um resultado final dramático.
Na viragem para 1974, capitães conspiravam, maoistas proliferavam nas universidades e fações armadas planeavam sequestros. Poucos suspeitavam que o 25 de Abril estava à porta. O ambiente político e as conspirações na última passagem de ano em ditadura.
A pobreza monetária é um travão ao desenvolvimento social, mas também económico que põe em causa a coesão social. E sem coesão social não se concretiza o conceito de Estado moderno. Mas o que vemos hoje é um País que deixa muitos para trás.