A história repete-se: As intervenções dos Estados Unidos na América Latina e Caraíbas
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
As forças norte-americanas abordaram, esta sexta-feira, mais um petroleiro venezuelano no mar das Caraíbas. O governo Trump tem como alvo petroleiros sujeitos a sanções que viajam de e para a Venezuela.
Após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, continua a intensificar a presença militar dos EUA nas Caraíbas, com o destacamento de caças, drones e veículos militares terrestres em Porto Rico, num momento de crescente tensão com a Venezuela. Essa Trump tem aumentado a pressão sobre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo nos EUA.
Episódio refere-se ao lançamento e à explosão de um foguetão em Janeiro que espalhou destroços pela região das Caraíbas e causou perturbações ao tráfego aéreo.
O líder argentino referiu-se ao homólogo venezuelano como narcoterrorista e autoritário, reforçando o seu apoio ao grande destacamento naval dos Estados Unidos em águas das Caraíbas desde setembro.
Desde o início de setembro, os Estados Unidos realizaram ataques contra pelo menos 26 navios, que acusaram de operar no tráfico de drogas nas Caraíbas ou no leste do Pacífico, executando, pelo menos, 95 pessoas.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou duramente os Estados Unidos, esta quinta-feira, apelidando o país de "Piratas das Caraíbas" após a apreensão de um navio petroleiro na costa da Venezuela.
Os democratas do Comité de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA divulgaram 14 fotografias e vídeos da ilha privada de Jeffrey Epstein nas Caraíbas. As imagens foram reveladas para aumentar a transparência na investigação, num momento em que aumenta a pressão para que sejam revelados todos os documentos do caso.
Conversa decorreu num contexto de tensões decorrentes da deslocação de tropas dos EUA para a região das Caraíbas e da crise do espaço aéreo venezuelano.
Desde 01 de setembro, os Estados Unidos (EUA) iniciaram no mar das Caraíbas e no oceano Pacífico uma operação de combate ao tráfico de droga, bombardeando e afundando embarcações suspeitas de “narcoterrorismo”.
Desde o início da campanha de bombardeamentos contra embarcações no mar das Caraíbas e no oceano Pacífico, em setembro, realizaram-se “no total, 21 ataques contra barcos com drogas, o que resultou na morte de 82 narcoterroristas”.
O senador republicano Roger Wicker, que é frequentemente um aliado do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a investigação dos detalhes do alegado ataque de 02 de setembro.
Declaração de Trump surge numa altura em que os EUA intensificam a pressão sobre a Venezuela com um grande destacamento militar nas Caraíbas
Declaração surge numa altura que a administração Trump, na luta contra os cartéis de droga, intensifica a pressão sobre a Venezuela com um grande destacamento militar nas Caraíbas, incluindo o maior porta-aviões do mundo.
Um canhão, três moedas e duas chávenas de porcelana completas estavam entre os objetos que cientistas colombianos recuperaram das profundezas do Mar das Caraíbas, onde o galeão San José naufragou em 1708, após ser atacado por uma frota inglesa.