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O líder do Chega sublinhou que se tratou de uma “campanha dura, diferente.
O presidente do Chega, André Ventura, disse hoje acreditar numa descida da abstenção nestas autárquicas, e apelou ao voto, lembrando que “fazer escolhas” é a única forma de “manter uma democracia”.
Ventura vota e apela à participação para garantir a democraciaJosé Sena Goulão/LUSA
“Saiam e votem. A nossa única arma em democracia é o voto, a nossa única arma de escolha é o voto e, portanto, as pessoas têm que votar. Se queremos manter uma democracia viva, temos que votar e fazer escolhas, mesmo quando essas escolhas são de ruptura”, afirmou André Ventura aos jornalistas depois de ter votado na Escola Básica do Parque das Nações, em Lisboa.
O líder do Chega disse ter informações de “pessoas que estão perto de zonas de voto” que apontam para uma subida de uma afluência às urnas e que espera que no fecho das urnas se verifique que houve menos abstenção do que em outros anos.
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“Não vale de nada passar um ano a criticar e depois deixar para os outros o sentido de voto”, diz André Ventura
Para Ventura, os eleitores estão hoje “mais informados” do que antes, principalmente os mais jovens e mais velhos devido a novas plataformas onde “recolher informação”, e também isso pode contribuir para uma descida da abstenção.
“Posso vir a contrariar-me ao final do dia, mas penso que vamos ter menos abstenção a estas eleições e isso é um sinal muito, muito positivo para a democracia e eu espero mesmo que todos hoje exerçam o seu direito de voto”, reforçou.
Sobre se a campanha autárquica foi mobilizadora para reduzir a abstenção, Ventura sublinhou que se tratou de uma “campanha dura, diferente”, que acompanhou uma tendência de outros países europeus, mas que foi “esclarecedora” e com “muito mais debate do que o comum”.
Ventura apela ao voto para “manter democracia viva”
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