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Os negócios da Máfia do Sangue que levaram à acusação

Durante a investigação a Polícia Judiciária e o Ministério Público recolheram inúmeros indícios de concursos públicos para aquisição de plasma que terão sido objeto de crimes de corrupção.

Muitos meses antes do processo chegar ao fim, a tese da Polícia Judiciária (PJ) já era lapidar: o antigo presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Luís Cunha Ribeiro, e vários membros de júris de concursos públicos foram corrompidos nos negócios milionários de compra de produtos hemoderivados e plasma humano para o Serviço Nacional de Saúde (SNS). O corruptor? O grupo Octapharma e Paulo Lalanda Castro, o antigo patrão de José Sócrates.

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