Apesar da aparente normalização da situação, a Câmara de Castelo Branco recomenda a adoção de comportamentos preventivos.
Cinco escolas do concelho de Castelo Branco continuam esta quinta-feira encerradas por falta de condições de funcionamento, nomeadamente falta de energia elétrica, informou a Câmara Municipal.
Escolas continuam fechadas depois da passagem da depressão KristinPAULO CUNHA/LUSA_EPA
"Após avaliação técnica efetuada no terreno, não se encontram reunidas as condições necessárias para a reabertura de alguns estabelecimentos de ensino no concelho", anunciou o município de Castelo Branco.
Apesar de todos os esforços desenvolvidos para repor a normalidade, os estabelecimentos de ensino e jardins de infância em Sarzedas, Cebolais de Cima e Retaxo, Alcains, Malpica do Tejo e Salgueiro do Campo encontram-se fechados.
A autarquia explicou ainda que, em relação ao estabelecimento escolar de Salgueiro do Campo, irá ainda avaliar a situação durante a manhã de hoje.
"A situação está a ser acompanhada de perto, em articulação com as entidades responsáveis, estando a reabertura dependente da reposição dos serviços de eletricidade e comunicações".
O município salientou ainda que as equipas municipais, em colaboração com as direções escolares e restantes entidades competentes, "procederam às verificações das infraestruturas, acessos e condições de funcionamento, confirmando a possibilidade do regresso das atividades letivas".
Apesar da aparente normalização da situação, a Câmara de Castelo Branco recomenda a adoção de comportamentos preventivos, nomeadamente atenção a eventuais ocorrências relacionadas com as condições meteorológicas recentes.
"O Serviço Municipal de Proteção Civil continuará a acompanhar a evolução da situação e apela à colaboração de todos, solicitando que qualquer ocorrência relevante seja comunicada às autoridades competentes".
A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causou cinco mortos e vários desalojados.
Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
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