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Presidente da República diz que só fala de “coisas boas” fora de Portugal.
O Presidente da República disse esta quinta-feira não querer comentar as declarações de André Ventura sobre as suas deslocações, frisando que só fala de “coisas boas” fora de Portugal, mas disse fazer as viagens por missão e não prazer.
Marcelo Rebelo de Sousa evita comentar declarações de VenturaLuís Manuel Neves/Correio da Manhã
Em declarações aos jornalistas pouco depois de ter chegado a Berlim para uma visita oficial, na qual irá participar no Bürgerfest (Festa dos Cidadãos, em português), que o líder do Chega confundiu com um festival de hambúrgueres, Marcelo Rebelo de Sousa recusou comentar as declarações de André Ventura, que o acusou de gastar dinheiro do erário público com “viagens desnecessárias” ao estrangeiro.
“Eu não vou comentar por uma razão simples: eu, quando estou no estrangeiro, eu falo das coisas boas de Portugal, não estou a criticar Portugal, eu não venho para o estrangeiro criticar Portugal”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa.
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Ventura confunde evento de cidadania que homenageia Portugal com festa de hambúrgueres
No entanto, perante a insistência dos jornalistas, o Presidente da República acabou por explicar a importância das deslocações que faz ao estrangeiro, salientando que, atualmente, um chefe de Estado português tem de fazer mais viagens do que no passado porque Portugal tem mais relações diplomáticas com outros países.
“E as pessoas pensam, por vezes, que o chefe de Estado, que o Presidente da República, o primeiro-ministro, faz por prazer. Não, faz por dever de uma missão, por cumprimento de uma missão”, salientou.
No caso concreto da sua visita à Alemanha e à participação no festival Bürgerfest, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que se tratou de um convite do seu homólogo alemão, Frank-Walter Steinmeier, porque tinha escolhido Portugal como país convidado da festa que realiza anualmente na sua residência oficial em Berlim, o Palácio Bellevue.
“Era um convite, escolhia-se Portugal e eu não podia dizer que não. ‘Olhe, não vou e Portugal deixa de ser convidado porque eu não vou, não dá jeito, é em vésperas das Nações Unidas, não é possível’”, frisou, salientando que as viagens que faz enquanto chefe de Estado implicam um “esforço físico muito grande”.
Marcelo Rebelo de Sousa rejeitou ainda que tenha feito cerca 1.500 viagens enquanto Presidente da República, conforme alegou André Ventura, salientou que, segundo os seus cálculos, “andam à volta de 200”.
“Mas se me perguntam se eu, se pudesse escolher, tinha feito menos... Tinha feito menos”, disse.
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