Durante a primeira volta o partido apoiou a candidatura de Luís Marques Mendes.
O CDS-PP decidiu esta quarta-feira não apoiar nenhum candidato na segunda volta das presidenciais, depois de ter apoiado a candidatura de Luís Marques Mendes na primeira volta.
Bandeiras do CDS-PPRicardo Ponte/Correio da Manhã
Em comunicado, citado pelo jornal Expresso e divulgado após uma reunião da Comissão Executiva em Lisboa, o partido argumenta que “combate o socialismo e rejeita o populismo” e anuncia que não apoiará André Ventura ou António José Seguro nem terá “nenhum empenhamento orgânico, nem institucional nesta segunda volta”.
“Estas não são eleições legislativas, o CDS enquanto partido não é candidato, nem está em disputa”, argumenta o partido liderado por Nuno Melo, acrescentando que “não está próximo de nenhum dos candidatos que o povo português quis colocar em confronto na segunda volta”.
Horas antes desta decisão, e durante o debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República, o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, rejeitou que André Ventura seja considerado um “candidato antidemocrata”, afirmando que “qualquer candidato que receba o voto popular e que ganhe eleições tem legitimidade democrática”.
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