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No meio da catástrofe na Venezuela “cada um ajuda como pode": "Ninguém fica de braços cruzados”

Aleixo Vieira vai de Caracas às localidades mais afetadas pelos sismos procurar por quem precisa de ajuda. Fala de uma onda de solidariedade entre todos e assume que o país está a passar por "um desespero muito grande".

Há quem no, meio da catástrofe, arregace as mangas e vá ajudar quem precisa. É o caso de Aleixo Vieira, um emigrante português de 62 anos, que atendeu o telefone à SÁBADO quando ainda eram sete horas da manhã em Caracas, onde mora há 45 anos. Estava a preparar-se para sair de casa e fazer de carrinha os 27 quilómetros por montanhas que ligam a capital venezuelana à cidade de La Guaira, na região mais afetada pelos sismos que atingiram o país sul-americano no dia 24 deste mês. Planeia fazer este caminho, uma viagem que demora “40 minutos a uma hora”, todos os dias até que a situação esteja sob controlo. 

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