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Ajuda na Venezuela “não chega a todos”: “Estão pessoas a dormir na rua, não há comida, água nem medicamentos”

As comunicações continuam instáveis e mantém-se o risco de mais prédios ruírem. Associação madeirense está a prestar apoio a emigrantes portugueses e lusodescendentes afetados pelos sismos.

Os dois sismos registados na Venezuela na quarta-feira, dia 24, deixaram um rasto de destruição entre San Felipe e Caracas, onde reside uma vasta comunidade de emigrantes portugueses e lusodescendentes. Moisés Rodrigues, porta-voz da associação Amigos da Diáspora e dos Emigrantes Madeirenses (ADEM), relatou à SÁBADO o cenário de caos que se vive no país, onde as comunicações continuam instáveis e falta comida, água e medicamentos.  

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