Entre os países que demonstraram vontade em ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz estão os Emirados Árabes Unidos, o Reino Unido, a França, o Canadá e o Japão.
Cerca de 20 países declararam este sábado estar "prontos para contribuir com os esforços" necessários para a reabertura do Estreito de Ormuz, que foi bloqueado pelo Irão desde o início da guerra.
Navio a atravessar o Estreito de OrmuzAP
Numa declaração conjunta, estes países, principalmente europeus, condenaram também os recentes ataques iranianos contra navios e infraestruturas de petróleo e gás na região do Golfo Pérsico, apelando a uma "moratória imediata e global contra os ataques às infraestruturas civis”.
Entre os países que demonstraram vontade em ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz estão os Emirados Árabes Unidos, o Reino Unido, a França, o Canadá e o Japão.
A Alemanha, a Itália, os Países Baixos, a Dinamarca, a Letónia, a Eslovénia, a Estónia, a Noruega, a Suécia, a Finlândia, a República Checa, a Roménia, a Lituânia, a Coreia do Sul, a Nova Zelândia, a Austrália e o Barém são os outros signatários da declaração.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra o Irão, que já teve consequências em vários países, como os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar, Barém, entre outros, atingidos por bombardeamentos.
O Irão acusa os seus vizinhos do Golfo de permitir que as forças norte-americanas lancem ataques contra o país a partir dos seus territórios.
Desde o início da guerra, o Irão lançou inúmeros ataques com mísseis e drones que, segundo Teerão, visaram os interesses e a presença militar norte-americanos naqueles países.
O bloqueio do Estreito de Ormuz e os ataques às infraestruturas energéticas causaram um aumento acentuado dos preços da energia.
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