Irão: EUA impediram passagem de 139 navios por Ormuz desde início do bloqueio
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
O bloqueio da passagem de navios de e para portos iranianos continua em vigor, apesar de Trump ter decidido na quinta-feira suspender os ataques à República Islâmica.
Uma menina de 11 anos ficou ferida e vários carros e edifícios sofreram danos em Bahrein, após os ataques lançados pelo Irão contra o país esta quinta-feira. As autoridades indicam que os estragos foram provocados por destroços resultantes da interceção dos mísseis.
Forças iranianas indicaram ainda que atacaram com drones a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein.
Presidente dos EUA insiste que Teerão deve assinar o acordo que está a ser negociado há semanas pelos dois países.
Qualquer país que seja atacado deve defender-se, e a defesa, em certas ocasiões, vive na prevenção.
Presidente norte-americano disse ainda que o aiatola está envolvido nas negociações.
Segundo dados do novo instrumento de monitorização da OCDE.
"Deixem passar os navios sem portagens e sem discriminação, deixem o comércio ser retomado e deixem a economia global respirar", frisou.
O chefe de Estado norte-americano indicou que, embora os canais de comunicação com Teerão permaneçam abertos através de aliados como o Paquistão, não sente urgência em sentar-se à mesa das negociações de imediato.
Ataques atingiram aeroportos, radares e sistemas de navegação.
Segundo dados da empresa Kpler.
Notícia foi avançada esta quarta-feira pelo Financial Times.
Presidente francês também já tinha anunciado a realização de um encontro, em breve, "com países dispostos a contribuir" para "uma missão multinacional pacífica com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação" no estreito de Ormuz.
O presidente dos EUA afirmou que a marinha norte-americana pode iniciar "imediatamente" um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz
Mais de 80% da eletricidade em Portugal tem origem nas energias renováveis. Quanto ao gás e petróleo, o pais tem vários fornecedores fora da zona do conflito.
A segunda vaga de impacto da guerra no Irão, a de escassez de gasóleo e jetfuel para a aviação, chega à Europa em meados deste mês. O Ministério do Ambiente e da Energia e a Galp não anteveem que venha a faltar combustível, mas os preços vão bater recordes. Chefes dos governos vão a Bruxelas daqui a duas semanas para debater medidas de redução dos consumos.