Irão rejeita reabertura de estreito de Ormuz com rota de Omã
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
As autoridades iranianas não emitiram qualquer comunicado oficial sobre o suposto incidente, nem informaram sobre vítimas, danos ou a identidade do navio.
Prossegue a ofensiva norte-americana contra o Irão e várias embarcações estão bloqueadas na zona.
A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.
O Comando Central dos EUA anunciou ter realizado uma nova vaga de ataques a várias áreas no Irão antes de restabelecer o bloqueio durante a madrugada.
Presidente norte-americano desistiu desta decisão depois de ter recebido chamadas dos países do Golfo. Ainda assim, diz que esta medida será substituída por acordos comerciais.
Os EUA lançaram novos ataques contra o Irão, na madrugada de terça-feira, após Teerão ter atacado bases norte-americanas no Bahrein e dois navios associados aos Emirados Árabes Unidos que atravessavam o Estreito de Ormuz. Os ataques iranianos surgiram após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que Washington está "restabelecer" um bloqueio ao Irão no estreito.
Ministério do Petróleo iraniano criou há vários anos mecanismos para contornar as sanções norte-americanas.
O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas afirmou, em comunicado, que Guterres está preocupado com o escalar de tensões entre os Estados Unidos e o Irão.
O Irão, por enquanto, não reivindicou a autoria dos ataques.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
Guarda Revolucionária confirmou o disparo de mísseis contra instalações norte-americanas nos dois estados.
O Comando Central dos EUA confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
“Não haverá nenhuma negociação, em nenhum nível, com a parte norte‑americana”, declarou na segunda‑feira à noite o porta‑voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, citado pela agência IRNA.
Após admitir que discute com o Irão os custos associados à gestão daquela via marítima.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.