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Homem mata 7 filhos e outra criança em tiroteio no Louisiana

O atirador e a mulher estavam no processo de divórcio e terão discutido sobre a separação antes do tiroteio.

O homem que matou a tiro oito crianças este domingo em Louisiana, nos Estados Unidos, era pai de sete das crianças. Inicialmente não se sabia o grau de parentesco entre o atirador e as vítimas mas já se suspeitava que se trataria de um incidente de violência doméstica, entretanto confirmado pelas autoridades. 

Populares lamentam a morte de oito crianças em tiroteio nos Estados Unidos
Homenagem às vítimas do tiroteio de Louisiana
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Homenagem às vítimas do tiroteio de Louisiana

As vítimas tinham idades compreendidas entre 1 e 14 anos e eram três meninos e cinco meninas. 

Duas mulheres, incluindo a esposa do atirador, que era a mãe das crianças, também foram alvejadas e ficaram gravemente feridas, segundo o porta-voz da Polícia de Shreveport, Chris Bordelon, citado pela agência noticiosa norte-americana Associated Press (AP)

O atirador, identificado como Shamar Elkins, morreu alvejado por agentes após uma perseguição policial. As autoridades ainda não revelaram o que poderá ter desencadeado o tiroteio mas Chris Bordelon afirmou que os detetives acreditavam tratar-se de “um incidente doméstico”. 

Bordelon explicou ainda que o atirador já tinha sido detido em 2019 num caso relacionado com posse de armas de fogo mas que as autoridades não tinham conhecimento de quaisquer casos de violência doméstica.

Os ataques tiveram início ainda na madrugada de domingo num bairro a sul de Shrevepor, no estado de Louisiana, quando o suspeito alvejou uma mulher. De seguida dirigiu-se de carro a outra casa, onde matou oito crianças. Dentro da segunda casa foram encontrados sete menores sem vida e outro foi encontrado morto no telhado, depois de ter tentado fugir. Outra criança conseguiu escapar ao saltar de uma janela e foi levada para o hospital. 

Shamar Elkins, o atirador, e a esposa estavam num processo de divórcio e tinham uma audiência no tribunal esta segunda-feira, segundo uma prima de uma das mulheres feridas, citada pela AP. De acordo com os seus relatos, o casal tinha estado a discutir sobre a separação antes do tiroteio. 

Este foi o tiroteio em massa mais letal no país desde que oito pessoas foram baleadas mortalmente num subúrbio de Chicago em janeiro de 2024, de acordo com o banco de dados da AP e do USA Today.  

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