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Detetadas "graves irregularidades" na prisão em que Epstein morreu

Ministro da Justiça dos EUA garante que morte do milionário não põe fim ao processo judicial sobre abuso sexual e tráfico de menores e que quem possa ter sido cúmplice do milionário "não deve ficar descansado".

"Consternado" e "francamente irritado". É assim que se diz sentir o ministro da Justiça norte-americano, William Barr, depois de ter sido informado de "graves irregularidades" na prisão federal onde o milionárioJeffrey Epstein, acusado de abuso sexual e tráfico de raparigas menores, foi encontrado morto no sábado.

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