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Defendia os direitos das crianças mas raptou filho que vivia "como um animal"

María Sevilla está acusada de rapto de menores depois de ter recusado entregar a custódia da criança de 11 anos ao pai. Os menores não iam à escola e a filha mais nova cheirou os polícias em vez de falar com eles.

A descrição das autoridades espanholas é dura: S., assim identificam o menino de 11 anos, parecia um "animal", com dificuldades em falar e escrever devido à ausência de escolarização quando foi encontrado pela polícia, quase dois anos depois de ter sido raptado pela mãe e viver em paradeiro desconhecido, afastado do pai e da civilização. A criança foi encontrada numa dela de Tarancón, em Cuenca, e a progenitora, María Sevilla, foi acusada de subtração de menores, tendo sido colocada em liberdade após ser presente a tribunal. 

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