Dois aviões da Força Aérea brasileira transportaram botijas de oxigénio para a capital do estado do Amazonas. Antes disso, havia relatos de médicos a transportar botijas nos seus carros.
O estado do Amazonas, no Brasil, está a braços com a maior crise de doentes com covid-19 desde o início da pandemia. Com um recorde de novos casos na quinta-feira - 3.816 em 24 horas - e uma falha no abastecimento de oxigénio, as autoridades e médicos têm se desdobrado em apelos para resolver a situação.
REUTERS/Bruno Kelly
Depois de ter dito que não havia capacidade para entregar mais oxigénio em Manaus - a capital do estado - o governo federal acabou por conseguir enviar através de dois aviões da Força Aérea Brasileira 386 botijas com mais de 18 toneladas. Os dois aviões chegaram já esta sexta-feira relatam os media brasileiros.
Antes disso, os médicos já denunciavam o fim do oxigénio para responder a este aumento de casos. "Acabou o oxigénio de toda a unidade de saúde. Tem muita gente morrendo! Pelo amor de Deus!", apelou a psicóloga Thalita Rocha no Twitter.
NÃO TEM CILINDROS DE OXIGÊNIO EM VÁRIOS HOSPITAIS E OUTRAS UNIDADES DE SAÚDE EM MANAUS!
Tem gente morrendo sufocada porque não consegue respirar pela falta desses cilindros. Tem um genocídio acontecendo!! pic.twitter.com/vu2T56DPHK
A falta de recursos e o aumento de casos tem sido dramática. Mais de 2.200 pessoas estavam internadas entre 1 e 12 de janeiro e cerca de 235 doentes já foram transferidos para outros estados. Em causa, pode estar uma nova variante da covid-19 que foi encontrada neste estado brasileiro e que está a preocupar as autoridades.
Ainda não se sabe muito sobre esta variante, mas acredita-se que pode ser mais transmissível, como a que foi registada no Reino Unido, no final do ano passado.
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