Há 22 anos na Embraer, Paulo Cesar fez carreira no mercado financeiro, tendo chegado à construtora para estruturar a área de financiamento de vendas da companhia. Nos últimos seis anos desempenhou o cargo de presidente e CEO da empresa.
A construtora brasileira de aeronavesEmbraeranunciou, esta segunda-feira, que o presidente da empresa, Paulo Cesar de Souza e Silva, termina as funções em 22 de abril, quando acaba o mandato, mas vai continuar ligado à empresa.
"A Embraer, após aprovação dos acionistas da transação com aBoeing, anuncia que (...) Paulo Cesar de Souza e Silva encerra um bem-sucedido ciclo profissional na companhia no próximo dia 22 de abril", informa a empresa em comunicado.
Segundo o comunicado, Paulo Cesar, de 63 anos, irá continuar ligado à Embraer, na qual exercerá funções de 'senior advisor' do conselho de administração, "com a incumbência de facilitar a integração do próximo presidente e CEO, e assessorar o conselho no acompanhamento da segregação de ativos e recursos, parte do processo de conclusão da parceria com a Boeing".
Há 22 anos na Embraer, Paulo Cesar fez carreira no mercado financeiro, tendo chegado à construtora para estruturar a área de financiamento de vendas da companhia. Nos últimos seis anos desempenhou o cargo de presidente e CEO da empresa.
"Temos pela frente o desafio de continuarmos na vanguarda da engenharia e de operações. Na aviação executiva e na área de Defesa, com o KC 390, numa das 'joint ventures' com a Boeing, expandiremos a nossa integração internacional e tudo indica que teremos outros 50 anos de sucesso pela frente", afirmou Paulo Cesar, citado no comunicado, acrescentando: "Tenho a certeza de que a nova liderança da empresa encontrará pela frente terreno fértil para expandir e consolidar a Embraer".
A Embraer informa ainda que o futuro presidente e CEO, a ser eleito para o próximo mandato, será anunciado até à próxima assembleia-geral ordinária, agendada para o dia 22 de abril.
No passado dia 26 de fevereiro, os acionistas da fabricante brasileira aprovaram, em assembleia-geral, a venda do controlo da sua divisão comercial à norte-americana Boeing, para a criação de uma nova empresa.
A aprovação dos acionistas é uma das últimas etapas no processo de criação de uma nova empresa aeronáutica avaliada em 5,260 milhões de dólares (cerca de 4,63 milhões de euros).
O acordo determina que a Embraer deve vender 80% da sua divisão de aeronaves comerciais por 4,2 mil milhões de dólares (3,7 mil milhões de euros) para a Boeing, que terá a controlo total da nova sociedade. A empresa brasileira ficará com os 20% restantes.
A Embraer mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.
Em Portugal, no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora funcionam duas fábricas da Embraer, sendo que a empresa também é acionista da OGMA (65%), em Alverca, distrito de Lisboa.
Fabricante de aeronaves Embraer anuncia que presidente deixa cargo em abril
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