O leão da História, o "chefe" do banco, a fúria de CR7 e os recordes (ou não) no ténis

O leão da História, o 'chefe' do banco, a fúria de CR7 e os recordes (ou não) no ténis
Carlos Torres 20 de fevereiro

Em Portugal e Inglaterra, o percurso dos líderes tem sido de passeio: o Sporting de Rúben Amorim bate recordes com 50 anos; o City com Rúben Dias praticamente não sofre golos. E Ronaldo, vai reagir em campo às duras críticas após a má noite contra o FC Porto? E no ténis, Djokovic fará 9 em 9?

Rúben Amorim tinha deixado boas indicações nos dois meses em que treinou o Sp. Braga (com um score de 10 vitórias, um empate e duas derrotas, ambas na Liga Europa, frente ao Glasgow Rangers), e também havia deixado a promessa de bom futebol no Sporting na parte final da época passada, apesar da queda para o 4º lugar, após os desaires das duas últimas jornadas, com um empate (0-0) em casa com o Vit. Setúbal e a derrota (2-1) no campo do Benfica – Rúben estava mais preocupado em experimentar os jovens da equipa sub-23, para ver com quais poderia contar nesta época.

Mas ninguém (nem mesmo Rúben Amorim) esperaria um percurso tão bom como o deste Sporting no campeonato, onde lidera, ao fim de 19 jogos, com 10 pontos de avanço para o FC Porto, 11 para o Sp. Braga e mais 13 do que o Benfica.

Esta é apenas a terceira vez na história em que o Sporting consegue ter 10 ou mais pontos de avanço sobre FC Porto e Benfica à 19ª jornada (aconteceu em 1948/49 e 1969/70, se atribuirmos três pontos por vitória, algo que só aconteceu em 1995/96).

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