Que riscos enfrentamos com os ataques informáticos ao setor da saúde?

Márcia Sobral 30 de abril

“Os dados médicos das pessoas têm um valor gigante no mercado negro, especialmente para seguradoras” explicou à SÁBADO um programador informático. No mesmo dia o país viu dois hospitais e cinco centros de saúde a serem alvos de ataques informáticos e o problema parece crescer a cada dia.

O grupo de saúde CUF, o hospital de Ponta Delgada e os laboratórios Germano de Sousa foram apenas as primeiras vítimas nacionais dos ciberataques a empresas ligadas ao setor da saúde. Esta semana foi a vez do Hospital Garcia de Orta, em Almada, e do hospital de Santiago do Cacém.

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