Covid-19

Covid-19. Tudo o que tem de saber sobre autotestes de antigénio

Covid-19. Tudo o que tem de saber sobre autotestes de antigénio
Diogo Camilo 01 de abril

Começam hoje à venda em farmácias e parafarmácias de todo o país, custam 7 euros, o seu resultado é conhecido em 15 a 30 minutos e são menos dolorosos que as zaragatoas de PCR. Mas leituras incorretas e falhas na recolha de amostras aumentam probabilidade de falsos negativos.

Os autotestes à covid-19 começam esta quinta-feira a chegar às farmácias, como parte da estratégia do Governo para a testagem em massa através de testes rápidos de antigénio. Custam sete euros, podem ser comprados em farmácias e parafarmácias e cada pessoa pode fazer o seu próprio teste sem a necessidade de acompanhamento de um profissional de saúde, com resultado a ser conhecido em 15 a 30 minutos – e sem a dor de uma zaragatoa normal no processo. Mas então, porque não são mais usados? Leituras incorretas e falhas na recolha de amostras dão maior probabilidade de falsos negativos – o que, ainda assim, é melhor do que a não realização do teste.

O que são testes rápidos de antigénio?

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