Não reagiu à vacina? Faz efeito na mesma
30 de julhoSónia Bento

Não reagiu à vacina? Faz efeito na mesma

Febre, dores de cabeça e no corpo são as reações adversas mais comuns às vacinas contra a covid-19. As mulheres e as pessoas mais novas têm registado mais sintomas - "é uma resposta normal do sistema imunitário", explica imunologista. Mas se não sentiu nada, ou muito pouco, não se preocupe.

Conselho de Ministros decide novos passos do desconfinamento
29 de julhoLusa

Conselho de Ministros decide novos passos do desconfinamento

Governo vai anunciar uma eventual atualização de medidas, dois dias depois de especialistas terem sugerido a evolução das medidas de restrição de acordo com a taxa de vacinação contra a covid-19. Questão da vacinação dos jovens abaixo dos 18 anos também será abordada.

Vacinar ou não as crianças, eis a questão
28 de julhoDiogo Barreto

Vacinar ou não as crianças, eis a questão

Os especialistas não estão em sintonia. Alguns defendem a vacinação generalizada, outros que não é essencial vacinar os mais novos. DGS e Governo aguardam pareceres.

Mais de 11.300 suspeitas de reações adversas às vacinas registadas em Portugal
27 de julhoLusa

Mais de 11.300 suspeitas de reações adversas às vacinas registadas em Portugal

Relatório do Infarmed regista ainda 68 mortes de idosos, não estando, no entanto, demonstrada a relação causa-efeito. Por cada mil doses administradas, foram comunicadas uma reação adversa no caso das vacinas da Pfizer, Moderna e Janssen, enquanto no caso da caso da AstraZeneca, o valor passa para 1,7.

O que podemos esperar da reunião do Infarmed
27 de julhoSónia Bento

O que podemos esperar da reunião do Infarmed

Ouvidos os especialistas, o Governo deverá aligeirar algumas restrições, como o uso obrigatório de máscara nalgumas situações, a limitação de horário nos restaurantes e lojas e o fim da quarentena profilática para pessoas vacinadas.

Covid-19: Ordem dos Médicos defende nova matriz de risco
27 de julhoLusa

Covid-19: Ordem dos Médicos defende nova matriz de risco

A Ordem dos Médicos refere que o Governo deve considerar a proposta que fez há cerca de duas semanas. Em conjunto com o IST, a Ordem dos Médicos propôs acrescentar à matriz de risco três indicadores: letalidade, internamentos em enfermaria e internamentos em unidades de cuidados intensivos.

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