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O comprimido que pode revolucionar o cancro do pâncreas

Ainda não é uma cura, mas é uma esperança: este novo medicamento permite que os doentes vivam em média mais 13 meses - o dobro que com a quimioterapia. E também tem menos efeitos secundários.

Treze meses pode não parecer muito tempo, mas numa doença em que a sobrevivência é de apenas 13% passados cinco anos – e cai para 3% quando já se espalhou para outras partes do corpo –, o caso muda de figura. Mas, se as estatísticas não bastarem para ilustrar a importância do tempo, o testemunho dos doentes cumpre esse papel. Histórias, por exemplo, como a de Alyson Luck – uma professora de artes e mãe de duas crianças, que foi diagnosticada com cancro do pâncreas em estadio quatro (o mais avançado) em 2022.

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