Quanto mais claro o pelo, maior o risco. Como reconhecer e prevenir o cancro de pele em cães e gatos?
Infelizmente, o cancro de pele em cães e gatos é mais frequente do que se pensa.
Infelizmente, o cancro de pele em cães e gatos é mais frequente do que se pensa.
Pouco ainda se fala da aspergilose, fungo que é inalado por todos, mas que só afeta um determinado tipo de pessoas. À SABADO o infecciologista Jaime Nina explica do que se trata.
Neste momento existem oito tratamentos com células CAR-T autorizados na UE, úteis em casos de crianças com diagnósticos terminais. No entanto, as farmacêuticas cobram um valor superior a 300 mil euros por paciente.
O avô fundou o IPO de Lisboa, o pai e o irmão eram médicos – mas a Medicina nunca foi uma certeza. Criou o primeiro serviço de Pediatria Oncológica, separou sete pares de gémeos siameses e foi aos Jogos Olímpicos, em 1960.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.
Crianças nascidas com os gametas deste dador podem sofrer do síndrome Li-Fraumeni e em alguns casos desenvolveram cancros como leucemia e linfoma não-Hodgkin.
Há 20 anos estava em risco de extinção, hoje passeia-se pelo sul do País e está longe de perigo. Houve um aumento de 280% face a 2019 no número de animais na Península Ibérica. Pedro Sarmento, do ICNF, explica os motivos para este projeto ser um exemplo à escala mundial.
As células imunológicas começam por ser células estaminais imaturas na medula óssea e respondem a diferentes citocinas (mensageiros hormonais para a maioria dos efeitos biológicos no sistema imunitário) e sinais químicos para se desenvolverem depois em células imunitárias específicas, como as células T, células B ou fagócitos.
A zona é uma reativação do vírus que afeta quase toda a gente na infância, mas depois dos 50 pode ter consequências graves. Há pessoas que ficam com dores fortes para o resto da vida.
O número de casos diagnosticados em jovens duplicou nos últimos dez anos e a doença permanece com elevada mortalidade: por ano morrem cerca de 4.800 pessoas.
É como quando tiramos um animal selvagem para o colocar num zoo: um leopardo, que tenha passado vários anos na selva, a caçar, a viver livre, não quererá ficar num espaço tão exíguo. Foi isso que nos aconteceu, só que, na realidade, fizemos isso a nós mesmos!
Não são só os elevadores que impedem a realização dos transplantes nas crianças, há falta de camas e de profissionais. Cinco pais relatam à SÁBADO a sua angústia.
Fragmentos de osso, restos de tumor, sangue, urina ou até cabelos são hoje determinantes na investigação científica. Na Nova Medical School, em Lisboa, há um repositório destas amostras biológicas que permitem testar novos medicamentos, métodos de diagnóstico e dispositivos médicos. O biobanco arrancou há um ano e já tem vários projetos em curso.
"O carcinoma basocelular é, de longe, o cancro de pele mais frequente nos seres humanos", diz Adriana Sánchez-Danés, investigadora principal do Laboratório de Biologia do Cancro e das Células Estaminais da Fundação Champalimaud.
Pela primeira vez, em 20 anos, está prestes a ser aprovado um novo medicamento para a dor. A descoberta pode vir a ser tão revolucionária quanto o Ozempic foi para a obesidade. Razão? O novo analgésico não causa dependência. Mas há mais novidades: fatos com elétrodos que permitem que doentes com fibromialgia façam fisioterapia; uma espécie de cateterismo que trata as articulações com nanopartículas; ou o uso de células do sistema imunitário para curar doenças reumatológicas, como se faz no cancro.
A teranóstica é uma combinação de diagnóstico e tratamento, e apesar de usar radiação é dirigida – não ataca as células saudáveis. Quase não tem efeitos secundários e pode vir a fazer a diferença em cancros agressivos, como o do pâncreas.