Sábado – Pense por si

Lucília Galha
Lucília Galha

Sou jornalista de Sociedade, mas a área com que mais me identifico é a saúde. Talvez por ser filha de médicos e também estar casada com um. Estou na Sábado desde 2009, comecei pela Política. Gosto de escrever sobre temas difíceis e pouco consensuais, como a morte assistida, e de conversar com pessoas. Acho que foi isso que me trouxe ao jornalismo. 

Basta uma análise de sangue para saber se já tivemos, ou não, contacto com qualquer um destes vírus
Lucília Galha

O perigo dos vírus silenciosos

Podem permanecer décadas sem causar estragos ou nunca serem sequer um problema. Mas manifestam-se - quando envelhecemos ou as defesas do organismo estão em baixo.

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Os AVC hemorrágicos são menos frequentes do que os isquémicos: ocorrem em apenas 15% dos casos
Lucília Galha

Como se recupera de um AVC

O tempo é crucial e a reabilitação deve começar nas primeiras horas. Razão: quanto mais se espera, menos se recupera. Utilizar a mão com a mesma destreza de antes é um dos desafios mais difíceis.

Portugal tem um dos consumos de álcool mais elevados da OCDE
Lucília Galha

E se houvesse um "Ozempic" para o álcool?

Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.

Desde setembro que Sara, 6 anos, filha de Rita  Morais, usa uma bomba para administrar a insulina. Está guardada na bolsa que usa à cintura
Lucília Galha

Já é possível antecipar a diabetes

O rastreio precoce da doença permite evitar complicações graves e, muito em breve, atrasar a sua progressão. Sara, 6 anos, soube um ano antes de começar as injeções.

A terapia hormonal é uma das principais armas para tratar os sintomas graves da menopausa
Lucília Galha

Decisão histórica da FDA sobre medicação para a menopausa

A Agência dos Medicamentos americana decidiu retirar os alertas graves da terapia hormonal, que associavam a toma destes medicamentos a várias doenças, como o cancro de mama. Há muito que médicos e doentes aguardavam por esta mudança - afinal, toda a evidência científica dos últimos 20 anos vinha em sentido inverso.

Neste subtipo de gripe, os sintomas são os mesmos, podem é ter uma intensidade maior
Lucília Galha

Gripe: Nova variante é mesmo razão para alarme?

Não, desde que se vacine e recupere aquilo que aprendeu (e provavelmente anda esquecido) sobre a pandemia. Este novo subtipo do H3N2 não está presente na vacina, mas ainda assim esta confere proteção.

Carlos Antunes junto dos dois reservatórios de oxigénio líquido que tem em casa
Lucília Galha

O caminho do oxigénio até casa

Há quem precise deste gás para sobreviver e, por isso, todas as semanas ele chega até aos doentes pela mão de técnicos. A SÁBADO acompanhou o percurso da produção.

Vacinação contra a gripe para maiores de 85 anos em Portugal
Lucília Galha

Gripe: O que são vacinas de dose elevada?

Estão esgotadas em várias zonas do País e são fundamentais para as pessoas acima dos 85 anos. Razão: este grupo responde pior àquelas que são dadas à restante população. Perceba o que está em causa neste explicador.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

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