Sábado – Pense por si

Lucília Galha
Lucília Galha

Sou jornalista de Sociedade, mas a área com que mais me identifico é a saúde. Talvez por ser filha de médicos e também estar casada com um. Estou na Sábado desde 2009, comecei pela Política. Gosto de escrever sobre temas difíceis e pouco consensuais, como a morte assistida, e de conversar com pessoas. Acho que foi isso que me trouxe ao jornalismo. 

Lucília Galha

Tudo o que a ciência já consegue prevenir

O paradigma da saúde está a mudar: já não basta tratar, o que se pretende é evitar que as pessoas adoeçam. A sequenciação genética permite detetar doenças antes de haver sintomas e até as bactérias ajudam a descobrir problemas de forma precoce. A antecipação salva vidas - conheça cinco histórias.

El Niño pode ser perigoso
Lucília Galha

A ameaça é mesmo o El Niño?

Mais do que o fenómeno em si, o que nos deve preocupar é a conjugação com o aquecimento global. O planeta está cada vez mais quente, alertam os especialistas.

Tende a haver maior fricção com as filhas, porque a sociedade espera mais delas
Lucília Galha

As feridas provocadas pelas mães

Parece impensável uma mãe que critica, maltrata e desconsidera, mas acontece - mais do que se imagina. A psicóloga espanhola Marta Segrelles escreveu um livro sobre aquele que é um dos traumas mais difíceis de reconhecer e explica como ultrapassá-lo.

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

A lipoproteína (a) foi descoberta em 1963. Trata-se de partículas que transportam a gordura no sangue
Lucília Galha

A proteína que o pode matar

É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

O processo completo dura à volta de 40 dias
Lucília Galha

Doação de óvulos. Há mais procura, mais mulheres a doar e a voltar mais do que uma vez

Abril é o mês em que se assinala este ato que permite ajudar casais inférteis e mulheres solteiras - que por causa da idade ou de tratamentos não podem ser mães. Há uma compensação financeira para as dadoras, mas a principal motivação é ajudar, garantem os especialistas. Há quem percorra longas distâncias para mudar a vida de quem não conhece.

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