Sábado – Pense por si

Lucília Galha
Lucília Galha

Sou jornalista de Sociedade, mas a área com que mais me identifico é a saúde. Talvez por ser filha de médicos e também estar casada com um. Estou na Sábado desde 2009, comecei pela Política. Gosto de escrever sobre temas difíceis e pouco consensuais, como a morte assistida, e de conversar com pessoas. Acho que foi isso que me trouxe ao jornalismo. 

Liliana Gouveia foi diagnosticada com 5 anos. As suas crises acontecem sempre à noite
Lucília Galha

Liliana vive há 33 anos com epilepsia, sem qualquer limitação

Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.

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A pirâmide da discórdia
Lucília Galha

A pirâmide da discórdia

O novo modelo alimentar dos Estados Unidos causou polémica, não só pelo design mas sobretudo pelo conteúdo: com um bife de vaca e manteiga no topo.

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Tudo o que deve saber sobre suplementos alimentares
Lucília Galha

Tudo o que deve saber sobre os suplementos alimentares

Já não é só uma moda - metade da população toma e, com frequência, mais do que um. Atuar na prevenção é bom, mas tem de haver uma justificação para o fazer, ressalvam os especialistas, porque estes produtos não estão isentos de riscos, nem são uma pílula milagrosa. Conheça as verdades e os mitos.

Basta uma análise de sangue para saber se já tivemos, ou não, contacto com qualquer um destes vírus
Lucília Galha

O perigo dos vírus silenciosos

Podem permanecer décadas sem causar estragos ou nunca serem sequer um problema. Mas manifestam-se - quando envelhecemos ou as defesas do organismo estão em baixo.

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Os AVC hemorrágicos são menos frequentes do que os isquémicos: ocorrem em apenas 15% dos casos
Lucília Galha

Como se recupera de um AVC

O tempo é crucial e a reabilitação deve começar nas primeiras horas. Razão: quanto mais se espera, menos se recupera. Utilizar a mão com a mesma destreza de antes é um dos desafios mais difíceis.

Portugal tem um dos consumos de álcool mais elevados da OCDE
Lucília Galha

E se houvesse um "Ozempic" para o álcool?

Na verdade existe, chama-se naltrexona e destina-se a tratar as dependências desta substância - não para um uso recreativo. Profissionais de saúde no Reino Unido sugerem que poderia ajudar a combater os excessos das festividades.

Desde setembro que Sara, 6 anos, filha de Rita  Morais, usa uma bomba para administrar a insulina. Está guardada na bolsa que usa à cintura
Lucília Galha

Já é possível antecipar a diabetes

O rastreio precoce da doença permite evitar complicações graves e, muito em breve, atrasar a sua progressão. Sara, 6 anos, soube um ano antes de começar as injeções.

A terapia hormonal é uma das principais armas para tratar os sintomas graves da menopausa
Lucília Galha

Decisão histórica da FDA sobre medicação para a menopausa

A Agência dos Medicamentos americana decidiu retirar os alertas graves da terapia hormonal, que associavam a toma destes medicamentos a várias doenças, como o cancro de mama. Há muito que médicos e doentes aguardavam por esta mudança - afinal, toda a evidência científica dos últimos 20 anos vinha em sentido inverso.

Neste subtipo de gripe, os sintomas são os mesmos, podem é ter uma intensidade maior
Lucília Galha

Gripe: Nova variante é mesmo razão para alarme?

Não, desde que se vacine e recupere aquilo que aprendeu (e provavelmente anda esquecido) sobre a pandemia. Este novo subtipo do H3N2 não está presente na vacina, mas ainda assim esta confere proteção.

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