Cientistas usam técnica nova para detetar um dos maiores buracos negros já observados
Investigadores acreditam que terá uma massa equivalente a mais de 30 mil milhões de vezes a do Sol.
Investigadores acreditam que terá uma massa equivalente a mais de 30 mil milhões de vezes a do Sol.
Cientistas publicaram um novo mapa da Via Láctea, identificando novas subestruturas naquela galáxia como estruturas filamentosas.
"Cada deteção que fizermos será importante para compreendermos melhor os enxames estelares e os buracos negros que aí se encontram", afirma, citado no comunicado, um dos coautores do estudo, Mark Gieles, da Universidade de Barcelona, em Espanha.
Investigadores alertam para as consequências da corrida ao espaço e concluem que já não existe um único lugar na Terra onde seja possível observar o espaço sem a interferência da luz refletida pelos satélites e pelo lixo espacial.
Foi descoberto no Deserto Neptuniano, que é constituído por áreas de intensa radiação e calor, pelo que se considerava até agora não ser possível encontrar um planeta em condições tão inóspitas.
O instituto afirma que "duas" das cinco estrelas são "particularmente desafiadoras", isto porque uma "é menos quente do que a teoria prevê".
A galáxia, batizada com o nome de "Bedin 1", está a 30 milhões de anos-luz da Via Láctea e pertence ao grupo de galáxias anãs esféricas, que se caracterizam pelo seu pequeno tamanho, pouca luminosidade, falta de poeira e por populações de estrelas velhas.
"Bedin 1" é considerada um "fóssil vivo" do Universo primitivo.
Estudo foi realizado por uma equipa internacional em colaboração com o Instituto de Astrofísica da Universidade do Porto.
Imagens de telescópio e modelos matemáticos avançam que momento deve acontecer daqui a 4000 milhões de anos.
Identificado por astrónomos da Universidade de Sheffield, no Reino Unido.
A proposta foi levantada por um grupo de cientistas que estudou as órbitas invulgares de dois planetas anões