Dave McIntyre: “Se estivermos zangados, o vinho não nos vai saber tão bem”

Dave McIntyre: “Se estivermos zangados, o vinho não nos vai saber tão bem”
Nuno Tiago Pinto 10 de março de 2018

Escreve sobre comida e vinhos há 23 anos e mantém uma coluna semanal no The Washington Post há 10. Em Dezembro, elegeu um vinho português como uma das melhores compras de 2017.

Quando no início do ano a SÁBADO contactou Dave McIntyre para marcar uma entrevista, o crítico de vinhos do The Washington Post sugeriu um encontro num restaurante português nos arredores da capital americana. A escolha do local teve vários motivos: fica perto da zona onde vive, tem garagem para estacionar mas, sobretudo, talvez pudéssemos "apreciar um vinho português enquanto conversamos".

Era esse, aliás, o motivo da entrevista. No final de 2017, o crítico, que mantém uma coluna semanal no diário americano há uma década, publicou uma lista dos 12 melhores vinhos do ano abaixo de 20 dólares (16,3 euros) – e o terceiro lugar era ocupado pelo português Confidencial Reserva de 2013.

Antes da conversa, Dave McIntyre escolheu um vinho do Douro. Só depois recordou as suas viagens a Portugal, a última das quais incluiu a entrada na Confraria do Vinho do Porto, a convite de George Sandeman – que conheceu na embaixada de Portugal em Washington – e que incluiu um almoço e um passeio pelo rio Douro.

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