Delegação iraniana visita Omã para discutir futuro do estreito de Ormuz
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
Nenhum dos feridos corre risco de vida afirmou o ministro da Energia.
Os negociadores procuram pôr fim de forma definitiva à guerra que os Estados Unidos e Israel iniciaram no final de fevereiro.
O presidente norte-americano apelou a que o Irão impedisse o Hezbollah de "causar problemas" no Líbano.
Presidente norte-americano disse ainda que o dinheiro cobrado seria usado para “serviços prestados como ‘anjo da guarda’ aos países do Médio Oriente, para efeitos de reembolso de custos passados, presentes e futuros”.
Numa mensagem nas redes sociais, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodriguez, afirmou que os Estados Unidos mantêm um "plano de asfixia económica contra Cuba".
Os ataques atingiram mais de uma dúzia de localidades ao longo da madrugada, matando três pessoas em Arab Salim, uma em Deir Zahrani e outra em Dweir.
As medidas dizem respeito à organização das empresas privadas e estatais, bancos, turismo, agricultura, investimentos estrangeiros, impostos, salários e mercado cambial.
A chefe do governo italiano acusou o Presidente norte-americano de ter “inventado” que esta lhe teria pedido uma fotografia durante a cimeira.
O Exército israelita anunciou hoje a morte de quatro dos seus soldados, mortos em operações no sul do Líbano.
Nesta ordem pluripolar mais fluida e dinâmica, outros intervenientes, para além dos Estados-nação, têm um papel relevante a desempenhar.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
Segundo o Paquistão, "entra em vigor com efeito imediato" o acordo com a reabertura imediata do estreito de Ormuz.
Estas declarações surgem um mês após a cimeira entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, na qual ambos abordaram a situação de Taiwan.
Os dirigentes dos dois países reuniram-se na quarta-feira, à margem da cimeira do G7 pela primeira vez desde fevereiro de 2025, quando se encontraram em Washington.
Zelensky agradeceu a Trump pelo "seu interesse pela Ucrânia e pela sua disponibilidade para contribuir para aproximar a paz" e a Macron pela "excelente organização da cimeira e pelos esforços conjuntos, sempre determinados".