Milhares de elementos da PSP e da GNR percorreram Lisboa em silêncio.
Milhares de elementos da PSP e da GNR desfilaram hoje entre o Largo do Carmo e a Assembleia da República numa marcha praticamente em silêncio, sendo esporadicamente interrompida por palmas, assobios e pela entoação do hino.
Os primeiros manifestantes chegaram à Assembleia da República cerca das 19:30, uma hora depois de terem iniciado o percurso, enquanto o final da manifestação ainda estava a alguma distância, na Calçada do Combro.
Quando o desfile chegou ao largo em frente ao parlamento foi aplaudido por centenas de outros elementos das forças de segurança que os esperavam.
Foi também aplaudido o agente da PSP Pedro Costa que há mais de duas semanas iniciou sozinho o protesto em frente à Assembleia da República e originou um movimento que se alargou ao resto do país.
A manifestação de hoje foi organizada pela plataforma composta por sete sindicatos da Polícia de Segurança Pública e quatro associações da Guarda Nacional Republicana.
Esta plataforma foi criada para exigir a revisão dos suplementos remuneratórios nas forças de segurança e o protesto surge na sequência "da luta pela dignificação das carreiras da PSP e GNR, que os sindicatos e associações consideram que têm sido desconsideradas pelo Governo, com a 'machadada final' a ser a secundarização da PSP e GNR na atribuição do suplemento de missão da PJ".
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Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.