Vaga de italianos: Mi sono innamorato di Lisbona*
Passaram de três mil a 40 mil, só na capital. Andámos pelos sítios onde se encontram para traçar o perfil destes imigrantes, composto de veteranos e novatos.
Passaram de três mil a 40 mil, só na capital. Andámos pelos sítios onde se encontram para traçar o perfil destes imigrantes, composto de veteranos e novatos.
Manuel tem 4 anos e está à guarda do pai, holandês, a cerca de 2 mil km da mãe – só fala com ela por videochamada. Ana está em Lisboa, mas não desiste da custódia: a par da campanha em painéis publicitários e nas redes sociais, fará uma petição.
Há quem a chame rainha do alcatrão: faz 100km entre a casa e o trabalho, diariamente. E gosta. Nunca se deixa abalar com as críticas e trabalha sempre em agosto. Durante três dias, acompanhámos (à distância) a taróloga e anfitriã de Noite das Estrelas, da CMTV.
Andreia sofreu às mãos do violador de Telheiras, Cristina foi vítima do marido, Maria do namorado da irmã e Ana do padrasto. Numa altura em que se multiplicam notícias de casos, a SÁBADO recolhe quatro testemunhos de quem denuncia e tenta ultrapassar o trauma.
Têm mais de 65 anos, já tiveram filhos, divórcios e querem refazer a vida amorosa. Psicólogos dizem que faz bem à saúde. Uns preferem ficar à distância, outros casam-se com 70. Três casais falam da paixão mais serena. Veja o vídeo.
O psiquiatra volta à escrita: desta vez sobre casais estáveis, como ele e a mulher, Maria José. Só que na ficção do seu livro há infidelidades das duas partes – mas são superadas. O autor defende a teoria da vinculação. Recebe-nos no escritório de casa onde escreveu o enredo que chega às livrarias no dia 10.
Prestes a fazer 50 anos, no dia 21 de abril, diz à SÁBADO que sofreu um assassinato de caráter, que o processo de violência doméstica foi demasiado penoso, que lhe prejudicou a carreira, mas que se fez justiça. Mantém que nunca dirá mal do ex-marido, por causa dos filhos. Conta que não se leva a sério e que o cancro a mudou.
Depois de, em 2016, terem vertido a experiência do início da parentalidade em Terreno Selvagem, o casal de atores Pedro Gil e Raquel Castro atualiza-o, com a ajuda de Miguel Castro Caldas, a uma nova fase da vida.
É o esforço cognitivo para manter o invisível a funcional, um peso de detalhes que vamos gerindo ao logo do dia - dos dias - da nossa vida e que, porque supostamente as mulheres são multifuncionais, fica para nós.
É preciso coragem e resiliência para viver a dois. Ainda mais agora: quando as redes sociais tornam mais fácil arranjar outro parceiro e a pandemia levou ao limite as capacidades de adaptação dos casais. A SÁBADO falou com dez especialistas que apontam soluções.
A peça de Martin Crimp atualiza clássico de Molière, em verso branco, mostrando “o valor do pensamento em ação”, diz Nuno Carinhas, que a encena no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Estreia a 28 de abril.
Um agente da PIDE partiu-lhe a cabeça, mas não perdeu o ânimo nas três semanas em que esteve em Caxias. Durante o confinamento, aprendeu a usar esfregona e lixívia e não quer parar de trabalhar, a reforma aterroriza-o. Aos 72 anos, Jorge Silva Melo continuava a acordar às 4h da manhã. Morreu esta segunda-feira, aos 73 anos.
A mulher do primeiro-ministro fez questão de marcar lugar ao seu lado durante a campanha eleitoral. Foi mais comum vê-la na rua do que nos comícios. Quem é Fernanda Tadeu, que não se define por ser casada com António Costa? "Uma pessoa é um projeto único."
Com o confinamento os desafios aumentaram e mudaram, os casais sentem-se mais cansados. A presidente da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, Ana Gomes, ajuda compreender o que se tem passado.
Entre estreias totais, estreias a solo e regressos, 2021 trará dezenas de discos feitos por portugueses.
Dados de estudo parecem revelar que a idade e o casamento são "fatores de proteção", com a possibilidade de a experiência de vida poder "criar alguma resiliência" às adversidades.