As promessas de início de ano
Aos primeiros dias de janeiro comprometi-me a um desafio: ficar 100 dias sem tocar em açúcar
Aos primeiros dias de janeiro comprometi-me a um desafio: ficar 100 dias sem tocar em açúcar
ir defender que não podemos chamar os bois pelos nomes para não assustar nem irritar uma parte dos seus concidadãos é pedir que nos façamos cegos, surdos e mudos perante uma ameaça real à democracia que todos os dias está mais próxima.
Este Convés, que custa €10,99, foi eleito um dos melhores espumantes do ano nos 50 Great Sparkling Wines of the World 2026, da Wine Pleasures. Porquê?
A informação é poder. E esse poder deriva do conhecimento que temos sobre os factos
Gosta de ser conhecido como o filósofo do pão, porque é disso que se alimenta, literalmente. De discurso inflamado, aponta o dedo à indústria, aos ultraprocessados, às novas padarias e até a Putin. Cuidado, a ver se o presidente russo não se constipa ou lá vai o preço do alimento essencial por aí acima
Como marketing pessoal, ela usava a auto-depreciação para conquistar a audiência
A análise dos relatórios oficiais, alicerçada em factos e não em perceções, demonstra que o desempenho do Ministério Público continua a pautar‑se por exigência técnica, rigor e eficácia, mesmo perante constrangimentos evidentes de recursos.
Nos próximos dez anos, ninguém nos garante que André Ventura não se tornará Primeiro-Ministro e que não tente um assalto à Constituição para construir a prometida “quarta república” onde vigorarão os tais “três Salazares”.
A resposta das responsáveis escola é chocante. No momento em que soube que o seu filho sofrera uma amputação das pontas dos dedos da mão, esta mãe foi forçado a ler a seguinte justificação: “O sangue foi limpo para os outros meninos não andarem a pisar nem ficarem impressionados, e não foi tanto sangue assim".
Distinguido com 93 pontos por Luís Gutiérrez, crítico da prestigiada publicação de Wine Advocate (Robert Parker), que vinho é este, afinal?
Apoiando Marques Mendes, recuso-me a “relinchar” alegremente campanha fora, como parece tomar por certo o nosso indómito candidato naquele tom castrense ao estilo “é assim como eu digo e porque sou eu a dizer, ou não é de forma alguma!”.
Tudo nas minhas manhãs era feito a custo. Sair da cama era arrancarem-me das entranhas de gerações antes de mim
O jornalista italiano Gabriele Nunziati questionou a Comissão Europeia: se a Rússia deveria pagar a reconstrução da Ucrânia, será que, em coerência, considerava também que Israel deveria pagar pela reconstrução de Gaza?
O espaço lusófono não se pode resignar a ver uma das suas democracias ser corroída perante a total desatenção da opinião pública e inação da classe política.
Na língua dele, vai tudo a eito - afiada é pouco. E ele é um enigma.
O contencioso da imigração em Portugal tem presentemente um volume sem precedentes.