A Portela?... Jamais!
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
Lisboa precisa de um novo aeroporto. Isso é evidente. O que não é evidente é que precise de destruir o que já tem.
Não quero colocar em causa a transição energética, nem todas as medidas cheias de boas intenções ambientais. Mas irrita-me uma coisa bastante mais simples: enquanto salvávamos o planeta em PowerPoint, fomos desmontando, peça a peça, parte da nossa soberania energética.
O cemitério está pejado de insubstituíveis: alguns têm estátuas, outros avenidas e uns quantos apenas campas discretas. A democracia foi inventada precisamente para sobreviver aos indispensáveis.
Por agora, as contas estão longe da catástrofe: a Segurança Social fechou 2025 com um excedente de 6.732 milhões de euros, depois dos 5.536 milhões de 2024.
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
Tenho um enorme orgulho na minha terra e não tenho dificuldade em dizer o óbvio: a Madeira foi bafejada por Deus com um esplendor natural difícil de igualar. Mas, depois de ter estado em São Tomé fiquei com a sensação de que, naquele pedaço de terra, Deus se esmerou um pouco (de)mais.
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
O regime cubano, que passou mais de 60 anos a acreditar que a economia podia ser gerida como quem organiza uma festa de aniversário, "tu levas os salgadinhos, eu trato dos refrigerantes e o Estado decide quanto custa cada um", descobriu agora uma realidade surpreendente: tabelar preços produz escassez, filas, mercado paralelo, corrupção e desinvestimento.
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
O salário médio é uma estatística simpática. Faz-nos sentir melhor. É como aquelas fotografias de Natal da família do Cristiano Ronaldo em o primo em terceiro grau, por contágio estatístico, se sente momentaneamente milionário.
Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.
O Conselho das Finanças Públicas já alertou que 2027 e 2028 serão anos “muito desafiantes”, contando que o crescimento da economia portuguesa estagnou entre os 1,6% e 2%, ancorado sobretudo no consumo privado e no turismo.
A superioridade ucraniana começou a surgir não na linha da frente, eternamente congelada, mas na profundidade. Refinarias russas, depósitos de combustível, cruzamentos ferroviários, aeródromos e fábricas passaram a ser atingidos por uma combinação de drones baratos, inteligência artificial e mísseis de longo alcance.