Sábado – Pense por si

Mao morreu há 50 anos, mas continua vivo para os chineses. E tornou-se um ícone da cultura pop
Catarina Gonçalves Pereira, em Macau

Maoismo – o legado ainda corre nas veias da China

Mao Tsé-Tung morreu a 9 de setembro de 1976, mas continua bem vivo na cultura política chinesa. Apesar dos “crimes hediondos que cometeu” e do rasto de morte e sangue, os mitos sobre o Grande Líder “continuam profundamente enraizados na memória coletiva”. Vivem no nacionalismo, no aparelho repressivo, nas expressões ditas no dia a dia.

Gisèle Pelicot preferiu manter o mesmo apelido, para que os netos não se envergonhem de o usar
Luísa Oliveira

Gisèle Pelicot: "Mantive o apelido Pelicot para que os meus netos não se envergonhem de o usar"

A história de que foi vítima horrorizou o mundo. O seu marido de há 50 anos, drogou-a, violou-a e ofereceu-a a outros 80 homens para que abusassem dela enquanto estava inanimada, durante uma década, mais de 200 vezes. Hoje, com a ajuda do livro autobiográfico que escreveu, sente-se recuperada do choque, e tenta dar a mão a outras mulheres que passaram por algo idêntico

Joaquim Monchique em entrevista de vida
Sónia Bento

Joaquim Monchique: "Se tivesse um filho com a minha vibe, não saberia lidar"

Nunca fica off nem a dormir, chega sempre ao teatro horas antes para “entrar em transe” e se tivesse um filho ator garante que o espancava. Aos 58 anos e quase 40 de carreira, vai estrear-se agora no cinema, em Santo António, o Casamenteiro de Lisboa, que chega às salas no próximo dia 10.

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