Sábado – Pense por si

José Cabeça espera qualificar-se para as Taças do Mundo, pelo que só deverá voltar a Portugal em maio. "Temos de fazer sacrifícios"
Carlos Torres, especial Europeu

José Cabeça: "O Michael Phelps ganhou oito medalhas a treinar todos os dias. Não posso fazer menos do que isso"

Sonhava com os Jogos Olímpicos desde criança, aprendeu a esquiar sozinho e nos próximos Jogos de Inverno, que começam dia 6, espera ficar no top 40. À SÁBADO, ele fala dos treinos na neve na Noruega ou nas estradas do Dubai e do Alentejo (a fazer roller ski) e ainda dos muitos sacrifícios que tem de fazer. Afinal, desde os 16 anos que não tem um único dia de férias.

A hora da Europa (agora é mesmo)

Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.

Frei Luis de Sousa ATO 3.mp3

Frei Luis de Sousa - Ato 3

A verdade sobre o passado irrompe e os dilemas alcançam o seu clímax. Sacrifícios, renúncias e decisões finais desenrolam-se entre dor e resignação. A honra e o destino mostram-se mais fortes que a felicidade pessoal, conduzindo a um desfecho trágico. A peça termina com uma reflexão intensa sobre amor, moral e a inevitabilidade do destino que molda a vida dos personagens.

Lusa

Gouveia e Melo salienta que disciplina é "a cola essencial" das Forças Armadas

"Amanhã (quinta-feira) irei falar à minha guarnição, na Madeira, e direi o que é que acho do processo. Mas volto a repetir, não há Forças Armadas em nenhum país sem disciplina. As Forças Armadas são exigentes, obrigam a sacrifícios, a riscos e a disciplina é essencial enquanto cola das Forças Armadas."

O moralista

França, a bela (e o monstro)

A França é também o país mais altivo, egoísta e autocentrado da Europa. Esqueceu-se dos privilégios que a sua imensa riqueza lhe concede, é avessa a qualquer tipo de sacrifícios e, a braços com um Estado gigantesco, foi incapaz de se reformar.

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