Ministro alemão garante que retirada parcial de soldados dos EUA é alerta para Europa
Boris Pistorius não ficou surpreendido com a decisão da administração Trump.
Boris Pistorius não ficou surpreendido com a decisão da administração Trump.
Guerra de palavras entre o chanceler alemão e presidente dos Estados Unidos sobe de tom.
A derrota de Simion na Roménia foi um alívio inesperado para quem acredita no apoio à Ucrânia. A vantagem à primeira volta de Trzaskowski, o centrista liberal, europeísta convicto e herdeiro político de Donald Tusk, nas Presidenciais polacas, deram força a quem vê em Varsóvia um dos fulcros da nova Europa. O problema continua a ser o mesmo: Trump e Putin querem resolver isto a dois
"O presidente Putin quer que nos encontremos, até o disse publicamente, e precisamos de acabar com esta guerra, que é um verdadeiro desperdício", confirmou o presidente eleito dos EUA.
Encontro realiza-se entre as 09h30 e as 10h00 locais (entre as 08h30 e as 09h00 em Lisboa), segundo indicou um pequeno comunicado de imprensa do Vaticano.
Apesar de não ter sido riscada do mapa, como muitos previam, a Ucrânia continua numa luta desesperada pelo seu bem mínimo: a independência. Não precisa assim de caricaturas, ou folclore.
Maryna Mykhailenko reiterou o pedido de Kiev que os aliados cheguem a um entendimento para o fornecimento de caças modernos como os norte-americanos F-16.
Infelizmente, cresce em Moscovo uma espécie de “tendência Al-Qaeda” sobre a guerra. Considera que esta só acaba com a destruição total do inimigo e com o triunfo do “Bem”. E o inimigo é todo o “Ocidente coletivo” e o Bem é toda à Pátria Russa. Não há espaço para qualquer compromisso. Mesmo como bluff é terrível.
Um balão político-militar, rumores sobre invasão de Taiwan, reprimendas e elogios à Rússia, elogios e avisos a Washington. É a China, superpotência apesar dela, e que não pode ser entendida só de uma penada.
"Com este material, que se encontra em preparação para envio, eleva-se para 532 toneladas o total de equipamento militar", indica o Ministério da Defesa.
Envio dos tanques Leopard 2 depende da autorização da Alemanha, mas país diz que não está a bloqueá-lo sozinha. EUA acredita que Rússia não sai da Ucrânia em 2023.
NATO e aliados estão reunidos em Ramstein, na Alemanha, para debater novo pacote de ajuda à Ucrânia. Kiev e grande parte dos aliados esperam que a Alemanha dê luz verde ao envio dos seus tanques Leopard para a frente de batalha.
Decisão é esperada na reunião entre os aliados ocidentais na base aérea de Ramstein, Alemanha.
Aliado de Putin e ex-presidente russo admite que Moscovo pode partir para a guerra nuclear se sair derrotado na guerra convencional frente à Ucrânia. "Potências nucleares nunca perderam grandes conflitos", avisa.
Os aliados da NATO prometeram a Kiev "apoio através do envio de armas pesadas e modernas" para conter as ofensivas da Rússia, acrescentou o presidente do Conselho Europeu.
"A tirania avança com maior velocidade do que as democracias. A mobilização do mundo deve ser mais rápida do que a próxima mobilização militar do nosso inimigo comum", frisou o presidente da Ucrânia.