Sábado – Pense por si

Para quem se liga no Irão?

Trump nunca soube muito bem o que quer com a guerra ao Irão. Mas parece cada vez mais claro que tenta uma saída rápida que lhe permita decretar algum tipo de "vitória" (seja lá o que isso for). Netanyahu, com objetivos muito mais definidos, fará tudo para prolongar os EUA envolvidos na agressão. Pelo meio, Zelensky, percebendo os riscos das vantagens para a Rússia do aumento do preço dos combustíveis fósseis, fez jogada diplomática de mestre na Arábia Saudita.

Carlos Cabreiro nomeado novo diretor nacional da PJ: "É uma escolha que já se esperava"

Carlos Cabreiro nomeado novo diretor nacional da PJ: "É uma escolha que já se esperava"

Carlos Cabreiro foi nomeado novo diretor nacional da Polícia Judiciária, numa escolha interna que era esperada depois de alguns diretores adjuntos terem recusado o cargo nas últimas semanas. O jornalista Carlos Rodrigues Lima esteve no NOW e falou sobre esta escolha, explicando quem é o novo detentor do cargo. Construiu a sua carreira na área do cibercrime, tendo sido diretor da Unidade Nacional de Cibercrime, que ajudou a criar e a desenvolver. A escolha de um especialista em cibercrime é vista como positiva, dado que se perspetiva que setenta a oitenta por cento da criminalidade futura passará pela internet.

Número de grávidas que têm o parto em casa está a aumentar
Luana Augusto

Parto em casa: especialistas alertam para riscos e para crescente "clandestinidade"

Uma mãe que já tinha sido submetida a duas cesarianas deu à luz em casa, mas o parto correu mal e o bebé acabou por morrer no hospital. À SÁBADO especialistas garantem que o parto no domicílio pode ser seguro, mas não em todas as situações e só quando acompanhado por quem está credenciado para o efeito. E surgem 'parteiras' sem certificação.

Quem despreza os aliados acaba sozinho

Trump destratou os aliados e depois chamou-lhes "cobardes" por não quererem ajudar a resolver Ormuz. O Presidente dos EUA teve o seu "momento Pearl Harbor" ao lado da primeira-ministra japonesa e agravou a ideia de que partiu para o Irão sem plano e sem a mínima noção do que poderá acontecer no "dia seguinte". Já agora: quando poderá ser esse "dia seguinte"? Alguém vislumbra como é que isto pode acabar?

Editorial

Consensos? Nem a mercearia resolvem

O que se descreve não é normal, não é regular, não é aceitável e não parece ser bom para ninguém, a começar pelo tão criticado “regime”. Mas se o regime se auto-destrata assim, não se pode queixar de quem não o respeita. A incapacidade para executar mecanismos básicos de substituição de pessoas em vários cargos, e que dependem de acordo parlamentar, não é uma mera burocracia, é um teste aos mecanismos que a Constituição estabeleceu e que sustentam na base a arquitetura democrática.

Baralho o vulgar e o intelectual

Aqui chegados, noto algo que submeto agora ao crivo do Leitor: a mais das guerras e dos seus efeitos directos e indirectos e de proclamações do clube dos populistas vivos, as outras causas que cativam a atenção dos media e de quem publica nas redes sociais raramente são as moderadas.

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