Chega perdeu sete vereadores em três meses: "Dão prioridade aos interesses pessoais em vez de a darem ao partido"
Sete eleitos nas autárquicas de 2025 desfiliaram-se do Chega ou pediram a demissão. A tendência é que a debandada de quadros diminua.
Sete eleitos nas autárquicas de 2025 desfiliaram-se do Chega ou pediram a demissão. A tendência é que a debandada de quadros diminua.
Laura Fernández disse ser "uma democrata convicta" e "defensora da liberdade, da vida e da família".
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Primeiro-ministro britânico apela ao diálogo.
O candidato apoiado por PSD e CDS-PP procurou demarcar-se dos seus adversários que disse andarem "em guerra uns com os outros em casos e casinhos".
Professor concorre ao Palácio de Belém para estar ao lado do povo e lutar na defesa dos direitos laborais, dos reformados e das questões ecológicas.
António José Seguro afirmou que "a democracia vive da participação, e a participação exige confiança, e essa confiança constrói-se todos os dias".
O investigador em Ciência Política, José Adelino Maltez, elogia, por outro lado, a postura de António José Seguro, que “ficou calado”
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.
Na sequência de uma queixa apresentada pelo coordenador nacional do Sindicato para Todos os Profissionais da Educação (Stop), André Pestana.
Em causa está a "cartelização" dos debates das eleições presidenciais.
Canais pediram exclusividade a oito candidatos. Comissão Nacional de Eleições critica e envia posição à ERC e Autoridade da Concorrência.
E essa gente está carregada de ódio, rancor e desejos de vingança, e não esquecem nem perdoam o medo e a humilhação que aqueles seus familiares (e, em alguns casos, eles próprios, apesar de serem, nessa altura, ainda muito jovens).
A reafirmação autárquica dos partidos do centro, até certo ponto expectável, mostra a importância da proximidade na política para conter o populismo em ascensão.
O PSD ganhou seja qual for o prisma e ainda teve o brinde de ver o segundo e terceiro partido reequilibrarem forças, sem que nenhum se reforçasse. O resto é paisagem ou faz de conta. O PS apenas sobreviveu (o que do ponto de vista próprio é ótimo, para Montenegro é melhor ainda), o Chega levou um banho de humildade.
Ventura pode ter tido a sua imagem em cartazes pelo país fora que não engana os eleitores. Os portugueses demonstraram distinguir bem os atos eleitorais.