Fome, pobreza e mulheres sem liberdade: o retrato do Afeganistão após cinco anos de controlo dos talibãs
O Afeganistão atravessa uma das maiores crises humanitárias do mundo, segundo a organização Human Rights Watch.
O Afeganistão atravessa uma das maiores crises humanitárias do mundo, segundo a organização Human Rights Watch.
O presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, reconheceu que a cidade não tem autoridade legal para executar o mandado de captura do Tribunal Penal Internacional contra Benjamin Netanyahu. Ainda assim, apelou ao Governo federal norte-americano para agir.
O autarca nova iorquino está a estudar a possibilidade de poder ordenar a prisão do primeiro-ministro israelita quando este for à Assembleia-Geral da ONU.
Não é possível proclamar a independência dos tribunais e, ao mesmo tempo, tratar o Ministério Público como uma extensão do poder executivo, um instrumento dócil de políticas de segurança ou uma estrutura sujeita a tutelas hierárquicas que respondem perante o governo.
A criação do tribunal especial foi promovida pelo Conselho da Europa devido às limitações jurisdicionais do Tribunal Penal Internacional (TPI) na investigação de responsáveis pela invasão russa à Ucrânia.
Uma rajada de tiros foi ouvida no Senado das Filipinas, esta quarta-feira, quando as autoridades tentavam deter o senador Ronald dela Rosa, procurado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade.
A 70.ª edição do festival Eurovisão vai para o ar debaixo de grande contestação. A permanência de Israel em competição fez com que alguns países desistissem da prova, Espanha incluída.
Na semana passada, o júri da bienal tinha anunciado que excluiria a Rússia e Israel de participarem nos prémios do evento, por considerarem que os líderes destes países têm mandatos de detenção pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), por crimes de guerra.
O primeiro-ministro da Hungria garante que irá cumprir o mandado de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional em 2024, que acusa o Benjamin Netanyahu de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.
Em causa está o alegado desaparecimento durante a guerra na Ucrânia "de 19.500 crianças de territórios ocupados pela Federação Russa ou Bielorrússia".
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
A primeira-dama vai presidir o Conselho de Segurança da ONU. A ex-modelo terá funções como definir o programa de trabalho das reuniões, gerir negociações e ser a porta-voz do órgão.
Ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que França “não tem nada a aprender em matéria de violência".
O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.
A morte de dezenas de pessoas no mar do Caribe está a reacender o debate sobre a legalidade destas ações. À SÁBADO o professor Jorge Botelho Moniz explica quais as possíveis consequências.