Montenegro e Seguro. Juntos, mas por conveniência
Longe vão os tempos em que Montenegro não confiava informações e decisões a Marcelo. Com Seguro, as conversas ficam privadas, há confiança e uma dependência mútua.
Longe vão os tempos em que Montenegro não confiava informações e decisões a Marcelo. Com Seguro, as conversas ficam privadas, há confiança e uma dependência mútua.
Fedorov, que perdeu a sua influência política toda (que demorou anos a ser construída), percebeu que tem um relógio breve: ele precisa de capitalizar enquanto a ferida está aberta, porque quando fechar, o seu nome passa a ser uma breve, mesmo que positiva, memória na sociedade ucraniana.
Socialistas foram a Viseu pedir ao líder reeleito mais exigência para com o Governo, mas não necessariamente um bloqueador. Carneiro prometeu mudança de atitude e foco na construção da alternativa para o País. Quer governar sem concretizar quando e traçou um caminho à lá Seguro.
A seguir às eleições, André Ventura proclamou-se líder da direita, mas dirigentes admitem derrota mascarada. Fala-se de necessidade de reorganização, como Marine Le Pen em 2017.
Diz que cresceu e que é líder da Direita, mas não ultrapassou a AD em número de votos, nem mobilizou o eleitorado. A derrota presidencial de Ventura foi das mais atípicas que há memória no Chega.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
Em sede de OE2026, o Chega propõe Plano Nacional de Remigração, que poderá abranger imigrantes desempregados. A deputada Cristina Rodrigues é uma das responsáveis pela proposta.
A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.
A noite foi silenciosa. No Hotel Marriott, habitual quartel-general, nunca se festejou tão pouco. O núcleo duro julgava vencer pelo menos o dobro.
Cada um com os seus argumentos, todos os partidos estão bem posicionados para celebrar no domingo, com a devida ressalva para alguma surpresa de última hora...
“Não há alternativa”: “quem contribuir [para a vitória de Moedas] será corresponsável” pela “degradação” de Lisboa, alerta uma Alexandra Leitão pouco mobilizadora na rua, mas combativa e assertiva no palanque.
Pizarro e o “seu grupo de tupperware”, Pedro Duarte e as três histórias sobre insegurança que “valem mais que dados”. O socialista domina a rua; o social-democrata é tímido, tem uma postura séria, sai-se melhor no palanque. Dias cheios de uma campanha tensa, que é uma das grandes incógnitas das Autárquicas.
O momento gerou alguns incidentes entre sócios, segundo a mesma fonte, levando o presidente da Mesa da AG do Benfica a interromper a sessão.
Dirigentes do Chega têm apoiado a deportação forçada de imigrantes legais. Pacheco de Amorim recebeu ativista de extrema-direita e o partido fez-se representar numa cimeira extremista.
Gouveia e Melo foi questionado sobre este incidente, mas não se quis pronunciar, afirmando que cerimónias de homenagens aos combatentes deviam ser de união.
As virtudes que Gouveia e Melo encarna como candidato são as mesmas que Rui Rio sempre defendeu e praticou. Um certo desprezo pelo "sistema". Uma certa náusea mal disfarçada pelos políticos. Um certo culto da autoridade com aroma autoritário.