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Chega em defesa da remigração

Dirigentes do Chega têm apoiado a deportação forçada de imigrantes legais. Pacheco de Amorim recebeu ativista de extrema-direita e o partido fez-se representar numa cimeira extremista.

Milão, Itália. No dia 17 de maio, em vésperas de eleições legislativas em Portugal, um representante do Chega subiu ao palanque da Cimeira da Remigração, um conceito que abrange também a deportação involuntária de imigrantes (alguns deles atualmente legais) que, aos olhos da ultradireita europeia, não assimilaram a cultura europeia, bandeira de muitos movimentos identitários. “Se vierem para a Europa e recusarem tornar-se europeus, têm de regressar. (...) Remigrar significa pôr em primeiro lugar o nosso povo, os nossos idosos, as nossas crianças, as nossas mulheres”, afirmou Pedro Pinto Faria, conselheiro nacional do Chega e coordenador da jota no distrito do Porto, que afirma ser esta “a missão” do partido.

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