Jogar só para a tática
As últimas novidades do código laboral não são novidades, são coreografia. Entrou-se na fase em que a discussão substantiva - que, de resto, nunca o foi muito – passou definitivamente para o campo do “a culpa foi do outro”.
As últimas novidades do código laboral não são novidades, são coreografia. Entrou-se na fase em que a discussão substantiva - que, de resto, nunca o foi muito – passou definitivamente para o campo do “a culpa foi do outro”.
No discurso de encerramento do Congresso do PS, em Viseu.
O que se descreve não é normal, não é regular, não é aceitável e não parece ser bom para ninguém, a começar pelo tão criticado “regime”. Mas se o regime se auto-destrata assim, não se pode queixar de quem não o respeita. A incapacidade para executar mecanismos básicos de substituição de pessoas em vários cargos, e que dependem de acordo parlamentar, não é uma mera burocracia, é um teste aos mecanismos que a Constituição estabeleceu e que sustentam na base a arquitetura democrática.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
O voto socialista de Ventura, a idade de Cotrim Figueiredo, a pedofilia no Chega, o elitismo da IL. O debate entre os candidatos apoiados pelo Chega e IL foi sujo, confrontacional, informal e pessoal. No fim, ganhou o liberal (porque bateu mais).
Num debate que abriu num tom inesperadamente pessoal e hostil, os dois candidatos exploraram as fragilidades de cada um para falarem a segmentos eleitorais diferentes. Ninguém teve discurso para os atuais dois milhões de pobres.
Tinham sido assinados assinados entre 1989 e 2000.
Para melhorar o país propõem energicamente pactos e fóruns. Reconhecem que há muito mais que os une do que o que os separa.
Ngozi Okonjo-Iweala quer "mais flexibilidade" nos acordos e pactos, bem como "mais abertura e transparência"
Líder do Chega defendeu que "não vale a pena falar de consensos se vão sempre para o mesmo sentido, despejar dinheiro e não resolver nada".
Dois suicídios em quatro meses e várias tentativas, na mesma região, não são coincidência. As autoridades suspeitam de manipulação online ou jogo em rede. O pai de um dos jovens diz à SÁBADO que procura respostas, enfrentando um luto irreparável. Veja o vídeo.
As ideias veiculadas por André Ventura e seus apaniguados e suas apaniguadas, para além de xenófobas, racistas, supremacistas, totalitárias, fascizantes, totalmente falhas de empatia e humanismo, e, em geral, contrárias aos mais elementares direitos humanos reconhecidos internacionalmente, são também incompatíveis com o interesse nacional de Portugal.
Sánchez propôs às elétricas acordo secreto para repartir culpas. O The Telegraph escreveu que se tratou de um teste às renováveis. Continua tudo às escuras – por vontade do Governo?
É evidente que existem algumas "gorduras" no Estado. Alguns acreditam que é possível aspirá-las rapidamente para dar lugar a outras despesas ou a redução da receita.
"Não houve nada que acontecesse no nosso país que não tivesse um compromisso de regime do PS e do PSD. Até as revisões constitucionais", frisou o líder do PCP.