Universidade Nova: a academia nunca viu uma guerra assim
Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.
Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.
O processo começou logo de manhã, com um sorteio dos candidatos para que pudessem apresentar os seus projetos, mas compareceu apenas o professor Paulo Pereira, acrescentou fonte da instituição, lembrando que alguns dos seis candidatos já tinham anunciado que tinham desistido de concorrer.
Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.
A Comissão de Trabalhadores da RTP avançou que a Administração propôs um aumento salarial de 7,50 euros, muito abaixo da recomendação do Governo.
O Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa termina o mandato este mês, mas considera ter condições para eleger o reitor a 24 de abril. A Nova SBE, uma das escolas da UNL, “acompanha com preocupação crescente a legitimidade democrática do processo” e diz estar a “avaliar todos os mecanismos” para garanti-la. Imbróglio jurídico cai sobre o pano de fundo de conflitos internos.
"Não se verificam indícios suficientes da prática do crime", explica o bastonário João Massano.
O Velobank adquiriu o negócio de retalho do Citigroup na Polónia, em julho.
Conhecido professor, reformado este ano, vai tentar recuperar para a esquerda uma freguesia decisiva de Lisboa, que Margarida Martins perdeu em 2021.
"Não posso vir aqui especular sobre as razões da demissão, (...) deixo isso para quem tenha mais condições" para responder sobre o tema, disse.
António Vitorino esteve ligado a mais de uma dúzia de empresas, abriu portas entre o poder político e o económico e já foi visado em várias polémicas.
Entidade informa que já deu início a "uma investigação interna" e "apresentou uma denúncia junto do Ministério Público" sobre Carlos Brandão.
Em causa está a "reivindicação da revisão do estatuto profissional, indexação da tabela salarial dos bombeiros sapadores à remuneração mínima nacional e a correção da atual tabela remuneratória dos bombeiros sapadores em mais 52 euros".
Tendo refletido nos últimos anos sobre o sistema de acesso à justiça português e tendo recolhido exemplos do que é feito noutros países, parece-me que o sistema precisa de muito mais do que o justo aumento da tabela de honorários. Precisa de uma reforma séria, quanto aos seus pressupostos e modo de funcionamento.
Nos 50 anos do 25 de Abril não deixa de ser curioso que pouco os incomode o facto de haver grávidas que não são atendidas nas urgências ou jovens que não conseguem arrendar ou comprar casa.
A questão de transmitir ou não touradas não depende da "opinião de A, B ou C", mas é "quase institucional", apontou a provedora, assegurando que a RTP "não pode ir contra o Conselho Geral Independente", explicou Ana Sousa Dias.
É no caminho que leva o sistema partidário espanhol que alguns políticos portugueses devem pôr os olhos. Para evitar os mesmos erros. Governar a qualquer preço, por exemplo, de joelhos perante a chantagem de Puigdemont, como faz Sánchez, pode ter um resultado final dramático.