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Universidade Nova: a academia nunca viu uma guerra assim

Bruno Faria Lopes
Bruno Faria Lopes 19 de maio de 2026 às 23:00

Impugnações judiciais, boicotes à eleição do reitor, pressão sobre alunos, queixas ao Governo, emails exaltados. E o drama na Nova está ainda longe do fim.

Às 8h40 da manhã de 13 de maio, os conselheiros que elegem o reitor da Universidade Nova de Lisboa começaram a chegar ao edifício da reitoria. A expectativa era grande. As duas tentativas anteriores para eleger um reitor para a terceira maior universidade portuguesa tinham falhado com estrondo, depois de vários conselheiros terem faltado ou saído no início, citando dúvidas sobre o processo eleitoral. A pelo poder estava ao rubro. De um lado, a ala próxima do reitor Paulo Pereira, que defendia que aquele elenco do Conselho Geral podia eleger o reitor; do outro, a ala hostil ao reitor, que aponta que o conselho está fora do mandato, entre outras irregularidades, procurando ter um novo Conselho Geral que eleja outro candidato.

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