Sábado – Pense por si

A beleza das cartas manuscritas
Mónica Baltazar

Ainda há cartas de amor (em papel)

Nasceram na era dos telemóveis, mas nem por isso se perdem no scroll infinito. Preferem usar a mão para escrever missivas, muitas vezes de conteúdo romântico.

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

Segredos para controlar a ansiedade
Renata Lima Lobo

Segredos para controlar a ansiedade

As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.

Liliana Gouveia foi diagnosticada com 5 anos. As suas crises acontecem sempre à noite
Lucília Galha

Liliana vive há 33 anos com epilepsia, sem qualquer limitação

Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.

Os AVC hemorrágicos são menos frequentes do que os isquémicos: ocorrem em apenas 15% dos casos
Lucília Galha

Como se recupera de um AVC

O tempo é crucial e a reabilitação deve começar nas primeiras horas. Razão: quanto mais se espera, menos se recupera. Utilizar a mão com a mesma destreza de antes é um dos desafios mais difíceis.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

A analisar  angiografias (exames com raios-X), em 1927
Raquel Lito

Egas Moniz: o político ofuscado pelo Nobel

Esteve preso por fazer oposição a Salazar. E só não entrou na corrida à Presidência por causa da doença (gota). A biografia lançada esta semana revela a outra faceta do cientista premiado.

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