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Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Lucília Galha
Lucília Galha 12 de maio de 2026 às 23:00

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

Felizmente, não soube mais cedo. É desta forma que Filomena Heliodoro Alves encara o diagnóstico que recebeu aos 40 anos. “Se tivesse sabido antes, possivelmente não teria sido mãe, não correria o risco. Acho que nem teria feito a faculdade. Sinto-me grata por, durante todo aquele tempo, não ter sabido de nada”, diz à SÁBADO a administrativa, hoje com 49 anos. Filomena sofre de uma doença genética rara chamada síndrome de Ehlers-Danlos, de tipo vascular, o mais grave. Não tem cura e a expectativa de vida é reduzida, devido ao elevado risco de rutura de veias, artérias e órgãos.

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